UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

AULAS TEÓRICAS E TEÓRICO-PRÁTICAS
A Anatomofisiologia I pretende fornecer bases de conhecimento sobre o funcionamento dos aparelhos e sistemas que constituem o organismo humano, nomeadamente os sistemas
tegumentar, músculo-esquelético e nervoso. O estudo desta disciplina deverá permitir ao aluno conhecer os aspetos mais importantes da Anatomofisiologia para compreender conceitos fundamentais na área de Nutrição.
PRÁTICA
O1. Compreender a organização do corpo humano.
O2. Identificar e distinguir as estruturas que compõem o sistema tegumentar.
O3. Entender a anatomia geral do sistema esquelético.
O4. Distinguir articulações, estruturas e movimentos associados.
O5. Entender a anatomia geral do sistema muscular.
O6. Reconhecer a interacção do sistema músculo-esquelético.
O7. Compreender funcionamento do sistema nervoso.
O8. Aplicar os conhecimentos do sistema tegumentar e músculo-esquelético na interacção com o sistema nervoso.

Conteúdos programáticos:

AULAS TEÓRICAS
Organização do Corpo humano. Planos de referência. Sistema Esquelético: descrição dos ossos do esqueleto. Desenvolvimento e Crescimento ósseo. Tipos de articulações. Sistema Muscular: descrição dos músculos. Fisiologia do músculo esquelético, liso e cardíaco. Fontes de energia. Sistema Nervoso: Divisões do Sistema Nervoso. Sinapses. Sistema Nervoso Central e Periférico. Nervos cranianos. Sistema Nervoso Autónomo.
AULAS TEÓRICO-PRÁTICAS
Organização funcional do corpo humano. Mecanismos homeostáticos. Organização celular. Crescimento e remodelação do sistema ósseo. Homeostasia do cálcio. Fisiologia da membrana: transporte da membrana e potencial de ação. Fisiologia do sistema nervoso autónomo.
PRÁTICA
Organização do corpo humano, Sistema tegumentar, Sistema esquelético, Articulações, Sistema muscular. Sistema nervoso.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

AULAS TEÓRICAS E TEÓRICO-PRÁTICAS
A construção dos conteúdos programáticos, com a abordagem dos aspetos morfológicos e funcionais do organismo humano, contando com informação teórico, teórico-prática e prática dos temas abordados, incluindo a utilização de recursos didáticos apropriados, está devidamente adequada ao processo de aprendizagem da disciplina de Anatomofisiologia Humana no gradil curricular de Ciências da Nutrição.
PRÁTICA
CP1 – Movimento. Visa atingir O1, O3 a O6.
CP2 - Sistema tegumentar. Visa atingir O2, O7 e O8.
CP3 - Sistema esquelético. Visa atingir O3, O6 e O8.
CP4 – Articulações. Visa atingir atingir O4, O6 e O8.
CP5 - Sistema muscular. Visa atingir O5, O6 e O8.
CP6 - Sistema nervoso. Visa atingir O2, O7 e O8.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A metodologia de ensino conta com a utilização de recursos didáticos, como material em power-point, e manipulação de modelos anatómicos.A avaliação às componentes teórica e prática serão efetuadas separadamente, tendo o aluno que aprovar a ambas. A média final é construida com 80% da componente teórica e teórico-prática e 20% da componente prática, calculada com 2 casas decimais.
AULAS TEÓRICAS:Serão realizados 2 testes teóricos, ao longo do semestre.O aluno é considerado “aprovado” à componente teórica com classificação igual ou superior a 10 valores.A percentagem mínima de presenças obrigatórias nas aulas teóricas é de 50%.
PRÁTICA:M1Utilização da plataforma e-learning para disponibilizar material didático.M2Material disponibilizado para situações práticas.M3Atividades de pesquisa autónoma.M4Desenvolvimento da síntese dos conteúdos.M5Utilização de vídeos.Avaliação:2 testes escritos(16%) e 4 fichas de trabalho(4%).Aprovação: média>9,5 e classificação>7,5 em cada.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

AULAS TEÓRICAS E TEÓRICO-PRÁTICAS
A metodologia de ensino centrada na informação teórico, teórico-prática e prática dos temas abordados, incluindo a utilização de recursos didáticos apropriados, está devidamente adequada ao processo de aprendizagem da disciplina de Anatomofisiologia Humana no gradil curricular do curso de Ciências da Nutrição.
PRÁTICA
M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado ao aluno: todos os objetivos.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em situações práticas que se introduzirá como ferramenta de ensino-aprendizagem: O4, O6 e O8..
M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa: O1 a O3, O5 e O7.
M4 - Desenvolvimento de actividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pro-ativo; todos os objetivos.
M5 - Utilização de vídeos de demonstração de fenómenos ligados às estruturas estudadas para promover a discussão dos fundamentos fisiológicos a elas inerentes: O4, O6 e O8.

Bibliografia:

Barrett, K., Brooks, H., Boitano, S., Barman, S. (2012) - Ganong’s Review of Medical Physiology, 24th ed., Mc Graw Hill, USA.
Drake, R.L., Vogl, W., Mitchell, A. W. M. (2014)- Gray´s Anatomy for students, 3th edition. Elsevier.
Fox, S. (2008). Human Physiology, 10th ed., Mc Graw Hill, USA.
Gerard J. Tortora & Bryan Derrickson (2012)- Principles of anatomy & physiology, 13th edition, Wiley, USA.
Guyton, A., Hall, J. (2015)- Textbook of Medical Physiology, 13th ed., Elsevier Saunders, USA.
Netter,F.H. (2014)- Atlas of Human Anatomy, 6th edition, Elsevier.
Rohen J.W., Yokochi C., Lütjen-Drecoll E. (2011)- Color Atlas of Anatomy, 7th ed. Lippincott Williams & Wilkins, USA.
Seeley,R.R.,Stephens,T.D.,Tate, P. (2011)- Anatomia & Fisiologia, 8ª edição ,Lusociência-Edições Técnicas e Científicas Ltda.
Walter F. Boron & Emile L. Boulpaep. (2009)- Medical Physiology, 2th ed., Elsevier Saunders, USA.

Objetivos de aprendizagem:

Dar a conhecer as ferramentas básicas indispensáveis para orientação de um leque variado de situações relacionadas com a saúde humana que ocorrem no dia a dia e que devem aprender independentemente do seu campo de actuação. Tem ainda como objectivo ensinar as atitudes que deverão saber executar na sua missão de promover a saúde no seu todo, adquirindo nomeadamente as seguintes competências:
- Saber efectuar medidas básicas de socorrismo adequadas às situações emergentes mais usuais.
- Reconhecer o material indicado para as diferentes situações.
- Desenvolver estratégias de comunicação

Conteúdos programáticos:

Esta disciplina visa dotar os futuros profissionais de saúde com conhecimentos básicas sobre saúde em geral, de modo a que possam tomar as atitudes necessárias para enfrentar situações correntes, na sua missão de promover a saúde no seu todo. Tópicos: noções gerais de socorrismo; suporte básico de vida; gestos relacionados com o diagnóstico; gestos relacionados com o tratamento: gestos relacionados com situações específicas do dia-a-dia profissional; DST; Medidas Universais de Protecção; relações humanas, técnicas de comunicação, ética, deontologia.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

O conteudo programático desta disciplina pretende disponibilizar conhecimentos que permitam utilizá-los pelos discentes na sua futura atividade profissional

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Escrita + Expositiva + Qualitativa/Quantitativa

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Utilizando uma metodologia assente numa aprendizagem prática e uma avaliação contínua dos conhecimentos, os alunos ficam aptos a aplicar esses conhecimentos da sua futura atividade profissional

Bibliografia:

1. Carneiro AV. Técnicas Médicas Essenciais. Lidel 1999.
2. Carneiro AH, Nunes F, Lopes G, Santos LA, Campello G. Manual de Suporte Básico de Vida. Edição do Conselho Português de Ressuscitação, 2004.
3. European Ressuscitation Council (2006). Basic Life Support & Automated external Desfibrillation. 2ª Edição
4.Harrison. Medicina Interna. 16ª Edição (tradução brasileira). McGraw Hill, 2006.
5. Merck Manual, Merck Sharp and Dohme, 2006
6.Way KW, Doherty GM. Cirurgia. Diagnóstico e Tratamento. 11ª Edição (tradução brasileira). McGraw Hill e Guanabara Koogan 2003.
7. Cline B. Emergências Médicas. McGraw Hill, 2000.
8. Serra, L. (2001). Critérios Fundamentais em Fracturas e Ortopedia. 2ª Edição. Lidel.
9. Website: www.erc.edu
10. Material fornecido pelos docentes

Objetivos de aprendizagem:

Pretende-se que o aluno domine as técnicas de investigação e de produção com vista á correcta execução do trabalho científico e desenvolva competências estruturantes de natureza teórico-prática que lhe permitam conhecer e aplicar estruturas discursivas utilizáveis na sua área de formação.
Para dotar os alunos das competências específicas a desenvolver no âmbito desta unidade curricular, existe uma correspondência direta entre os conteúdos de cada capítulo lecionado e as competências específicas a desenvolver.
Esta unidade curricular visa dotar os futuros profissionais de saúde de conhecimentos básicos sobre terminologia em saúde, compreendendo a formação e o significado dos termos com os quais se irá deparar no exercício clínico.

Conteúdos programáticos:

I – Metodologia do trabalho científico
1.O texto científico
1.1 – Bases de dados
1.2. Etapas de um trabalho científico
1.3. Recolha de informação
1.4. Normas para a elaboração de uma referência bibliográfica
1.5. Plano de trabalho e organização da informação recolhida
1.6. Redação (linguagem, citações, notas de rodapé)
II - A terminologia médica
2.1. Objeto, conceito, termo
2.2. Importância e características da terminologia médica
2.3. Termos médicos e respetivos constituintes
2.4. Tipos de termos médicos
2.5. Etimologia dos constituintes que integram os termos médicos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos incidem na eficaz aquisição e utilização da terminologia médica bem como na metodologia do trabalho científico com vista à produção textual

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Desenvolver-se-ão diferentes atividades de leitura, escrita, compreensão e produção discursivas inerentes ao desenvolvimento da competência de comunicação, direcionado para a área de formação dos alunos. Dar-se-á prioridade a atividades que instiguem a participação efetiva dos alunos, tais como trabalhos individuais, de pares e em grupo e a resolução de problemas práticos simulados tendo em conta as competências a desenvolver.
Avaliação
1 frequência + 1 frequência (50% + 50%)

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As metodologias propostas estão em coerência com os objetivos formulados para a unidade curricular dado que apostam no desenvolvimento de estudo orientado e na participação ativa do aluno de modo a que este experimente e adquira ferramentas que otimizem a sua expressão no campo da comunicação científica e da terminologia específica do curso.
Pretende-se o desenvolvimento das capacidades produtivas, críticas, relacionais e avaliativas de questões gerais.

Bibliografia:

Dicionário de Termos Médicos (2020). https://www.infopedia.pt/dicionarios/termos-medicos
Dicionário de Língua Portuguesa (2020) https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa
Collins, C. Edward (2008). A Short Course in MedicalTerminology. Philadelphia, Lippincott Williams &Wilkins.
Cohen, B. J., & Jones, S. A. (2021). Medical Terminology: An Illustrated Guide. Jones & Bartlett Learning.
Lopes, E. J. M. (2016). “Plágio”. In Dicionário Crime,Justiça e Sociedade. Lisboa: Sílabo: 362-364.
Universidade Fernando Pessoa (s/d)Manual de elaboração de trabalhos científicos da Universidade Fernando Pessoa. [Em linha]. Disponível em http://ufp.ufp.pt.[Consultado em 11/09/2020].Pitney, W. P., J, M., S, P., K. (2020), Qualitative Research in the Health Professions. Chicago: Slack Incorporated.

Objetivos de aprendizagem:

- Dominar, no contexto histórico e antropossociológico, a evolução das práticas alimentares e a evolução do estudo das Ciências da Nutrição;
- Compreender o fenómeno alimentar em toda a sua complexidade histórica e antropossociológica;
- Compreender as relações entre factores comportamentais e psicológicos e a alimentação/nutrição em termos de saúde.

Conteúdos programáticos:

1. Conceitos gerais sobre a alimentação e os nutrientes
2. O contributo da antropossociologia da alimentação para o conhecimento do comportamento alimentar humano
3. Das manifestações culinárias mais antigas às preparações gastronómicas actuais: Paleolítico, Neolítico, primeiras
civilizações, a Europa nos primeiros séculos da Era Cristã e durante a Época Medieval, a expansão (XV - XVIII), Portugal
no século XVIII, a alimentação do Homem na Era Moderna. A Revolução Industrial. A evolução da manipulação e
processamento alimentares. A Revolução Científica.
4. A Evolução do estudo das Ciências da Nutrição
4.1. Contributos importantes de alguns portugueses (Gonçalves Ferreira e Emílio Peres)
4.2. Descobertas até à actualidade
4.3. Desafios futuros
5. Realização, apresentação e discussão dos trabalhos de: História da alimentação; Antropossociologia da alimentação.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos visam a obtenção dos objectivos pretendidos. Todos os objectivos pretendidos têm um conteúdo correspondente nos conteúdos programáticos.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

As sessões focarão mais os aspectos de informação, privilegiando o método expositivo em sessões de tipo "lectures".
Haverá ainda sessões que privilegiam a discussão iniciada através de diverso "material de estímulo".
Avaliação contínua (teste e exposição oral de trabalhos).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Todos os objectivos da unidade curricular, que por sua vez correspondem a conteúdos leccionados serão objecto de avaliação contínua. Os assuntos leccionados em forma de exposição e debate serão alvo de avaliação contínua.

Bibliografia:

- História da Alimentação - 1. Dos primórdios à Idade Média – J. L. Flandrin e M. Montanari (eds) Terramar, Lisboa 1998.
- História da Alimentação - 2. Da Idade Média aos tempos actuais - J. L. Flandrin e M. Montanari - Terramar, Lisboa 2001.
- História da Alimentação Mediterrânica – César Aguilera. Terramar, 2001.

Objetivos de aprendizagem:

Comunicar, compreender e produzir mensagens simples em língua inglesa;
- Capacitar para a utilização da língua inglesa num conjunto de situações reais;
- Comunicar oralmente e por escrito mensagens simples em inglês;
- Identificar e compreender mensagens simples produzidas em inglês;
- Desenvolver competências e aptidões iniciais, para comunicar em inglês, nos contextos profissionais relacionados com o curso.

Conteúdos programáticos:

1. Situações Socioprofissionais
- Socializar
- Viajar
- Importância do inglês na área da saúde
2. Saúde
- Ambiente hospitalar
- Corpo humano
- Queixas de saúde
- Acidentes e Emergências
- Dor
- Sintomas
- Medicação e Tratamento
-Diálogos com os utentes
3.Trabalho de Projeto
- A linguagem da ciência
- Elaboração de Projeto de Pesquisa (grupos)
- Temas e pesquisa bibliográfica
- Tópicos relacionados à saúde (Nutrição, Exercício, Hábitos de risco)
- Elaboração de texto e preparação de apresentação
- Apresentação do Projeto de Pesquisa

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os itens temáticos dos conteúdos programáticos visam como competências genéricas que os alunos comuniquem, compreendam e produzam mensagens em língua inglesa, tanto em contextos sociais, como profissionais, devendo ser capazes de utilizar a língua inglesa num conjunto de situações reais. Para este efeito, nesta unidade curricular, os estudantes são incentivados a adoptar uma atitude introspetiva e reflexiva, tendo em conta a realidade social e profissional na área da saúde.
É objetivo da unidade curricular levar os estudantes a melhorar as suas competências comunicacionais em inglês, de modo a que consigam utilizar esta língua na realização de diversos contactos interpessoais, em diferentes contextos socioprofissionais, de forma a permitir o desempenho profissional em contexto internacional. Com a componente de 'Trabalho de Projeto', pretende-se melhorar o trabalho de equipa, com utilização de uma segunda língua, especificamente em inglês.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Aulas teórico-práticas, com ênfase nas competências instrumentais: dialogar, ouvir, ler, compreender e produzir mensagens em língua inglesa.
Avaliação contínua OU exame. A avaliação contínua é constituída por um teste escrito e por um trabalho oral, a apresentar no final do semestre. A nota final resulta da ponderação das várias prestações escritas e orais do estudante, bem como da sua participação nas actividades propostas. O exame é constituído por 2 partes: escrito e oral. A oral é obrigatória sempre que o aluno obtiver 7,5 ou mais na componente escrita.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

De forma a potenciar as competências específicas dos estudantes, a metodologia adoptada (com ênfase na avaliação contínua de conhecimento) incentiva as aquisições de tipo instrumental, designadamente comunicar oralmente e por escrito, identificar e compreender mensagens, utilizando a língua inglesa num conjunto de situações socioprofissionais, bem como no acesso ao conhecimento.
A metodologia eminentemente prática e centrada no aluno permite que este possa simular a participação em diferentes contextos comunicacionais e culturais, adquirindo experiência na recolha, identificação e interpretação de informação proveniente desses contextos. Para além disso, a metodologia adotada promove a autonomia de trabalho em diferentes contextos culturais. A aquisição de competências interculturais contribui para uma maior capacidade de comunicação em língua inglesa, assumindo que a aprendizagem de uma língua sem a aquisição dessas competências será menos eficaz.

Bibliografia:

Cobuild English Grammar. 4th Ed. (2017). Glasgow, Harper Collins Publishers.
Redman, S. (2017). English Vocabulary in Use Pre-intermediate and Intermediate Book with Answers: Vocabulary Reference and Practice. Cambridge: C.U.P.
Eastwood, J. (2011). Oxford Practice Grammar – Intermediate. Oxford, Oxford University Press.
Glendinning, E.H. & Howard, R. (2007). Professional English in Use: Medicine. Cambridge, Cambridge University Press.
Glendinning, E.H. & Holmström, B. (2005). English in Medicine – 3rd Edition. Cambridge, Cambridge University Press.
Tortora, G.J. & Derrickson, B.H. (2020). Principles of Anatomy and Physiology, 16th Ed. John Wiley & Sons, Inc"

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Reconhecer a importância dos métodos de avaliação da ingestão alimentar na produção de conhecimento científico na área das ciências da nutrição.
OA2. Identificar e aplicar instrumentos para a avaliação da ingestão alimentar de indivíduos e populações adequadamente.
OA3. Adquirir competências técnicas para a utilização e aplicação dos diferentes métodos de avaliação da ingestão alimentar e nutricional em diferentes contextos.
OA4. Reconhecer as vantagens e limitações dos métodos de avaliação diretos e indiretos.

Conteúdos programáticos:

CP1 - Estudo de determinantes do consumo alimentar
CP2 - Introdução aos Guias Alimentares
CP3 - Metodologias de inquirição para avaliação do consumo alimentar e respetivas considerações éticas
CP4 - Métodos diretos: Questionários às 24h anteriores e Registos/Diários Alimentares
CP5 - Métodos diretos: História Alimentar e Questionário de Frequência Alimentar
CP6 - A ingestão alimentar e o aporte nutricional
CP7 - Métodos diretos: Indicadores bioquímicos da ingestão nutricional
CP8 - Métodos indiretos: Balanças alimentares
CP9 - Métodos indiretos: Inquéritos aos Orçamentos Familiares
CP10 - Metodologias de avaliação da ingestão alimentar em contexto de estudos populacionais
CP11 - Padrões atuais de consumo e desperdício alimentar

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir OA1
CP2 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP3 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP4 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP5 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP6 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP7 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP8 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP10 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP11 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - As sessões são teóricas baseadas no método expositivo oral (recurso a datashow), com inclusão de exemplos práticos M2 - Cada sessão é complementada com a leitura e análise de artigos científicos M3 - Disponibilização na plataforma e-learning dos conteúdos e referências bibliográficas relativas a cada sessão M4 - Reflexões e exercícios semanais sobre os principais temas discutidos Avaliação: A componente teórica será avaliada de forma contínua, através da realização de 2 frequências escritas. Cada frequência terá a ponderação de 40% da nota final e a duração de 2 horas. O aluno deverá obter uma classificação média de ambas as frequências =/> 9,5 valores. A componente prática será avaliada através da realização de um trabalho de grupo (10%) e de um trabalho individual (10%). É exigida a nota mínima de 9,5 valores a cada componente para aprovação. O aluno deve obter aprovação à componente teórica e à componente prática, no mesmo ano lectivo.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Para atingir os objetivos de aprendizagem de forma integrada a exposição teórica (M1) é combinada com o exercício individual e em grupo (M2, M3 e M4).

Bibliografia:

- Tabela da Composição de Alimentos, Instituto Nacional De Saúde Doutor Ricardo Jorge, 2019.
- FAO. Dietary Assessment: A resource guide to methods election and application in low resource settings. FAO Rome, 2018.
- General principles for the collection of national food consumption data in the view of a pan-European dietary survey. EFSA Journal 2009; 7(12):1435. (Disponível na internet: http://www.efsa.europa.eu/en/scdocs/scdoc/1435.htm)
- Fisberg RM et al. Inquéritos Alimentares – Métodos e bases científicos. Manole, 2005.
- Selection of methodology to assess food intake. European Journal of Clinical Nutrition 2002; 56:S25-S32.

Objetivos de aprendizagem:

O1- Conhecimento das regras básicas de segurança laboratorial
O2- Conhecimento do material de laboratório e sua utilização
O3- Ter conceitos necessário para a execução de um protocolo científico
O4- Manipulação correta de algarismos científicos, notação científica e conversão de unidades
O5- Ser capaz de escrever o nome científico de um composto a partir da sua fórmula e vice-versa
O6- Acertar equações
O7- Ser capaz de realizar cálculos envolvendo estequiometria de reações
O8- Expressar a concentração de soluções em diferentes unidades, e cálculos de diluições
O9- Reconhecer os vários tipos de reação
O10- Ter noções básicas acerca de reações ácido-base e de cálculos elementares de pH
O11- Realizar cálculos sobre volumetrias
O12- Compreensão de conceitos relativos a ligação química e classificação de ligações
O13- Identificar hidrocarbonetos e principais grupos funcionais orgânicos, conhecendo um pouco da sua reatividade
O14- Ter noções básicas sobre termodinâmica química

Conteúdos programáticos:

CP1 - Segurança em laboratório: regras gerais.
CP2- Operações laboratoriais correntes: preparação e armazenagem de soluções. Utilização de material de vidro. Medições e diluições. Volumetrias.
CP3- Purificação de substâncias: cristalização, destilação, extração, cromatografia.
CP4- Erros e algarismos significativos. Sistema internacional de unidades.
CP5- Átomos, iões e moléculas. Nomenclatura de compostos inorgânicos.
CP6- Reações químicas e equações químicas.
CP7- Reações de precipitação, de ácido-base, de oxidação redução e de complexação.
CP8- Concentração de soluções (molaridade, fração molar, percentagem m/v, percentagem m/m, molalidade).
CP9- Volumetrias ácido-base e redox.
CP10- Ligação química: conceitos básicos.
CP11- Química Orgânica: hidrocarbonetos, aldeídos, ácidos carboxílicos, cetonas, aminas, álcoois, fenóis, éteres e ésteres – identificação, principais regras de nomenclatura e noções de reatividade.
CP12- Termodinâmica química: conceitos básicos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1- visa atingir O1
CP2- visa atingir O2 e O3
CP3- visa atingir O2 e O3
CP4- visa atingir O4
CP5- visa atingir O5
CP6- visa atingir O6 e O7
CP7- visa atingir O9 e O10
CP8- visa atingir O8
CP9- visa atingir O11
CP10- visa atingir O12
CP11- visa O13 e O5
CP12- visa atingir O14

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado ao aluno.
M2 – Resolução de exercícios de aplicação (aulas teórico-práticas) dos conceitos ministrados nas aulas teóricas
M3 – Realização de trabalhos experimentais que permitirão despertar o espírito crítico dos alunos e aplicar os conceitos teóricos apreendidos.
M4 – Protocolos experimentais e respetivos anexos com as fichas a serem preenchidas pelos alunos após cada atividade experimental.
Avaliação
Teórica- Dois testes de avaliação sumativa, 2 h (50% cada da classificação final). O aluno deverá obter média igual ou superior a 9,5 valores.
Prática- Dois testes de avaliação sumativa, 2 h (25% cada da classificação final) + execução dos protocolos experimentais e preenchimento das respetivas fichas (50%). O aluno deverá obter média igual ou superior a 9,5 valores.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado ao aluno: todos os objetivos. M2 - Resolução de exercícios de aplicação (aulas TP) dos conceitos ministrados nas aulas teóricas: objetivos O4 a O8 e O10 a O14. M3 - Realização de trabalhos experimentais que permitirão despertar o espírito crítico dos alunos e aplicar os conceitos teóricos apreendidos: objetivos O1 a O3. M4 - Protocolos experimentais e respetivos anexos com as fichas a serem preenchidas pelos alunos após cada atividade experimental: objetivos O1 a O3, O8 e O11.

Bibliografia:

Chang, R, Overby, J. Chemistry. 13th Edition, McGraw Hill, 2019. ISBN: 9781259911156.
Solomons, TWG, Fryhle, CB, Snyder, SA. Organic Chemistry. 12th Edition, Wiley, 2016. ISBN: 978-1-118-87576-6.
Souto, R, Pimenta, A, Catarino, R. Análise Química - Manual Prático de Análise Química. 1ª Edição, Lusodidacta, 2018. ISBN 978-989-8075-85-7.
Zubrick, JW. The organic chem lab survival manual: a student's guide to techniques. 11th Edition, Wiley, 2021. ISBN: 978-1119608554.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

OA1 - Adquirir conhecimentos e instrumentos que permitam aconselhar e ajudar o indivíduo a selecionar alimentos com o objetivo de o nutrir saudavelmente.
OA2 - Compreender que a alimentação e a nutrição são parte integrante da promoção de saúde e prevenção da doença e que são capazes de determinar a vulnerabilidade do indivíduo a doenças crónicas metabólicas degenerativas.
OA3 - Identificar os constituintes dos alimentos, funções, utilização e inter relações metabólicas.
OA4 - Enunciar as recomendações nutricionais.
OA5 - Registar planos alimentares.
OA6 - Apresentar capacidade para fundamentar o papel do nutricionista.
OA7 - Desenvolver espírito crítico e aberto à mudança e capacidade de trabalhar em grupo.

Conteúdos programáticos:

CP1 - Introdução ao estudo da alimentação e da nutrição: conceitos gerais. O papel do nutricionista como especialista que planeia a ingestão adequada para diferentes indivíduos e populações.
CP2 - Fontes de energia. Como se disponibiliza, avalia e refere. Metabolismo energético. Componentes e métodos de avaliação do gasto energético. Balanço energético, peso e composição corporal. Necessidades e recomendações.
CP3 - Regulação da ingestão alimentar e do peso corporal.
CP4 - Minerais (major e oligoelementos) e vitaminas (lipossolúveis e hidrossolúveis): nomenclatura, propriedades biológicas e funções. Noção de deficiência e carência. Fontes alimentares. Doses recomendadas. Deficiência oculta prolongada e patologia decorrente.
CP5- Álcool etílico e outros álcoois presentes em bebidas alcoólicas: absorção, difusão e metabolização. Efeitos biológicos.
CP6 - Realização de um trabalho de grupo e de um trabalho individual.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 - Introdução ao estudo da alimentação e da nutrição. Visa atingir OA1, OA2, OA6 e OA7
CP2 - Fontes de energia. Visa atingir OA1, OA2, OA6 e OA7
CP3 - Regulação da ingestão alimentar e do peso corporal. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA6 e OA7
CP4 - Minerais (major e oligoelementos) e vitaminas (lipossolúveis e hidrossolúveis). Visa atingir todos os OA
CP5 - Álcool etílico e outros álcoois presentes em bebidas alcoólicas. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA6 e OA7
CP6 - Realização de um trabalho individual. Visa atingir OA4, OA5 e OA7

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio, artigos científicos e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas.
M3 - Método interrogativo nas aulas teórico-práticas, com participação ativa dos alunos.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
Avaliação:
Será constituída por 2 provas de avaliação sumativas, com ambas as componentes (T+TP, de igual ponderação). A primeira avaliação terá uma ponderação de 45% e a segunda avaliação uma ponderação de 45% da nota final. A avaliação inclui ainda a apresentação de um trabalho individual com ponderação de 10% da nota final.
O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores.
A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos. Para a prossecução de todos os OA.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas. Para a prossecução de todos os OA.
M3 - Método interrogativo nas aulas teórico-práticas, com participação ativa dos alunos. Para a prossecução de todos os OA.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. Para a prossecução de todos os OA.
Aulas teóricas (método expositivo): a componente teórica tem por base a exposição das matérias. Pretende-se também fomentar um espírito crítico nas matérias relacionadas com a alimentação e nutrição humana.
As aulas teórico-práticas (método interrogativo e participação ativa): privilegiam a discussão iniciada através de diverso “material de estímulo”, em diversos planos, incluindo os tipos “one-to-one” e “brainstorming”, e métodos de análise e resolução de problemas. Privilegiam-se, assim, a participação ativa dos estudantes, o contacto tipo “face-to-face”, e atividades com objetivos definidos, que incluem discussão de determinados tópicos e questões, análises, críticas, resolução de problemas e tomadas de decisão.

Bibliografia:

• Insel P., Ross D., Bernstein M. (eds.). Nutrition. Jones and Bartlett Publishers, 2018 (6th edition).
• Insel P., Turner R.E., Ross D. (eds.). Nutrition. Jones and Bartlett Publishers, 2007 (3th edition).
• Instituto Nacional de Saúde. Tabela da composição de alimentos. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Lisboa, 2019).
• Mahan LK, Escott-Stump S (eds.). Krause’s Food, Nutrition and Diet Therapy. Elsevier, St. Louis, Missouri, 2017 (14th edition).
• Mahan LK, Escott-Stump S (eds.). Krause’s Food, Nutrition and Diet Therapy. W. B. Saunders Company, Philadelphia, 2008 (12th edition). [Krause: Dietoterapia, 12ª edicion, Masson, Barcelona 2008.]
• Artigos científicos, ou outra documentação, recomendados pelos docentes com particular relevância para o programa da unidade curricular, passando assim os mesmos a constituírem também bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

A Anatomofisiologia II pretende fornecer bases de conhecimento sobre o funcionamento dos aparelhos e sistemas que constituem o organismo humano, nomeadamente os sistemas cardiovascular, respiratório, digestivo, urinário, reprodutor e endócrino. O estudo desta disciplina deverá permitir ao aluno conhecer os aspetos mais importantes da Anatomofisiologia para compreender conceitos fundamentais na área de Nutrição.

Conteúdos programáticos:

Sistema Cardiovascular: Anatomia do coração. Vasos Sanguíneos. Circulação Pulmonar e Sistémica. Sistema Linfático. Sistema Respiratório: Funções e anatomia. Trocas gasosas. Transporte de gases no sangue. Sistema Digestivo: Anatomia e Fisiologia. Digestão e absorção. Metabolismo de hidratos de carbono, de proteínas e lipídico. Regulação hormonal da utilização de nutrientes. Sistema Urinário: Anatomia e Fisiologia. Produção de urina. Regulação da concentração e volume de urina. Sistema reprodutor: Anatomia e fisiologia dos aparelhos reprodutores masculino e feminino. Sistema Endócrino: Hormonas. Controle da secreção hormonal. Mecanismos de ação e receptores hormonais. Glândulas endócrinas.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A construção dos conteúdos programáticos, com a abordagem dos aspetos morfológicos e funcionais do organismo humano, contando com informação teórico, teórico-prática e prática dos temas abordados, incluindo a utilização de recursos didáticos apropriados, está devidamente adequada ao processo de aprendizagem da disciplina de Anatomofisiologia Humana no gradil curricular de Ciências da Nutrição.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A metodologia de ensino conta com a utilização de recursos didáticos, como material em power-point, e manipulação de modelos anatómicos.
A avaliação às componentes teórico /teórico-prática e prática serão efetuadas separadamente, tendo o aluno que aprovar a ambas. A média final é construida com 80% da componente teórica e teórico-prática e 20% da componente prática, calculada com 2 casas decimais.
AULAS TEÓRICAS
Serão realizados 2 testes teóricos, ao longo do semestre. O aluno é considerado “aprovado” à componente teórica com classificação igual ou superior a 10 valores. A percentagem mínima de presenças obrigatórias nas aulas teóricas é de 50%.
AULAS PRÁTICAS
A avaliação será contínua: 2 momentos de avaliação escrita (8%+8%) marcados pela docente no início do semestre e momentos escritos e/ou orais em contexto de aula (4%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

AULAS TEÓRICAS
A metodologia de ensino centrada na informação teórico, teórico-prática e prática dos temas abordados, incluindo a utilização de recursos didáticos apropriados, está devidamente adequada ao processo de aprendizagem da disciplina de Anatomofisiologia Humana no gradil curricular do curso de Ciências da Nutrição.
AULAS PRÁTICAS
Nas aulas práticas serão retomados e discutidos com os alunos, os conteúdos que foram objecto de informação na aula teórica com recurso a um laboratório virtual. Os alunos realizarão manipulação de modelos anatómicos e fichas de trabalho individualmente e/ou em grupo.

Bibliografia:

Stranding, S. (2020). Gray’s Anatomy, 42 th edition , Elsevier.
Drake, R.L., Vogl, W., Mitchell, A. (2019). Gray´s Anatomy for students, 4nd edition. Elsevier.
Pina,J. A. E. (2017) Anatomia Humana Da Locomoção, 5ª edição,Lidel Edições Técnicas Ltda.
Friedrich Paulsen & Jens Waschke (2018) Sobbota; Atlas of Human Anatomy. 24th edition, Elsevier

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Definir modelo.
OA 2. Analisar os modelos estudados.
OA 3. Entender e analisar uma variação exponencial.
OA 4. Aplicar as variações exponenciais a fenómenos com interesse fisiológico.
OA 5. Entender o mecanismo geral para um fenómeno de regulação.
OA 6. Analisar processos de regulação.
OA 7. Entender a regulação da glicémia e da taxa de dióxido de carbono no sangue.
OA 8. Saber explicar processos simples de transporte de matéria
OA 9. Reconhecer os processos de transporte inerentes a fenómenos fisiológicos.
OA 10. Reconhecer as propriedades mais importantes do sangue como um fluido.
OA 11. Aplicar os conceitos físicos de hidrodinâmica à circulação sanguínea.
OA 12. Entender e explicar estados de alteração à dinâmica circulatória.
OA 13. Saber explicar os mecanismos biofísicos inerentes à condução de informação por via nervosa.
AO 14. Aplicar os conceitos de bio- impedância na avaliação da composição corporal.

Conteúdos programáticos:

CP1 - A biofísica, seus objetivos e métodos.
1.1. As ferramentas matemáticas no estudo da biofísica.
1. 2. Variações exponenciais.
CP2 - Regulação e controlo
2.1. Ciclo de retroacção.
2.2. Estados estacionários: pontos de funcionamento.
2.3. Ciclos de controlo da glicemia.
CP3 – Fenómenos de transporte
3. 1. Definição de sistema.
3. 2. Modelos: os modelos das membranas biológicas.
3.3. Transporte passivo: difusão e osmose
CP4 - Dinâmica de fluidos e a circulação sanguínea
4.1. Características físicas do fluido sanguíneo.
4.2. Coração e trabalho cardíaco. Pressão e débito.
4.2.1. Lei da conservação do débito. Lei de Bernoulli e de Poiseuille.
4.3 Estudo dos fenómenos a nível capilar.
CP5 – Eletricidade e biopotenciais
5.1. Noções básicas sobre eletricidade
5.2. Biopotenciais e fluxo elétrico no axónio.
5.3. Bioimpedância e avaliação da composição corporal.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 - A biofísica, seus objetivos e métodos.
1.1. e 1.2 - Visa atingir OA1 e OA2.
1. 3 - Visa atingir OA3 e OA4
CP2 - Regulação e controlo
2.1 a 2.4 - Visa atingir OA5, OA6 e OA7
2.4 - Visa atingir OA8 e OA14
CP3 – Fenómenos de transporte
3.1 e 3.3 – Visa atingir OA8 e OA9
CP4 - Dinâmica de fluidos e a circulação sanguínea
4.1.1 - Visa atingir OA10
4.1.2 a 4.2.4 - Visa atingir OA10
4.2.5- Visa atingir OA11
4.3 a 4.4 - Visa atingir OA12
CP5 – Fluxo neuronal
Visa atingir OA1, OA2, OA5-OA7, OA13, OA14

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado ao aluno.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirá como ferramenta de ensino-aprendizagem.
M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
M4 - Desenvolvimento de actividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pro-ativo.
M5 - Recorrer-se-á, ainda, à utilização de vídeos de para promover um melhor entendimento dos processos.
M6 – Elaboração de fichas de estudo (quizzes) para promoção de auto-avaliação.
Avaliação
Duas provas de avaliação sumativa (50% cada da classificação final).
que incluirá uma prova cognitiva (questão aberta que demonstre a compreensão por parte do aluno sobre a relevância do conteúdo para os aos domínios das ciências da nutrição).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado ao aluno.
Para a prossecução de todos os objetivos.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirá como ferramenta de ensino-aprendizagem.
Para a prossecução dos OA3 a OA6, OA8, OA9 e OA14.
M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
Para a prossecução dos OA1, OA 2 e OA13.
M4 - Desenvolvimento de actividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pro-ativo.
Para a prossecução de todos os objetivos.
M5 - Recorrer-se-á, ainda, à utilização de vídeos de para a visualização contínua dos fenómenos de transporte para promover um melhor entendimento dos processos.
Para a prossecução de OA9, OA10 e OA14.
M6 – Elaboração de fichas de estudo (quizzes) para promoção de auto-avaliação.
Para a prossecução de todos os objectivos.

Bibliografia:

Gomes, L.R.; Biofísica para Ciências da Saúde, Ed. Universidade Fernando Pessoa, 2012.
da Silva, M.M., de Carvalho, R.S.M., de Freitas, M.B. (2019). Bioimpedância para avaliação da composição corporal: uma proposta didático-experimental para estudantes da área da saúde. Revista Brasileira de Ensino de Física, 41, 2, e20180271.
Goñi, F. M. (2014). The basic structure and dynamics of cell membranes: An update of the Singer–Nicolson model. Biochimica et Biophysica Acta, 1838, 1467–1476.
Franklin, K., Muir, P., Scott , T., Yates P. (2019). Introduction to Biological Physics for the Health and Life Sciences (2nd Ed.). John Wiley & Sons Inc, New York, United States. ISBN10 1118934504.
Hobbie, R. K., Roth, B. J. (2015). Intermediate Physics for Medicine and Biology. Springer. ISBN 978-3-319-12682-1.

Objetivos de aprendizagem:

A Biologia Molecular e Celular integra o conhecimento de várias áreas disciplinares como a Genética, Bioquímica e a Imunologia, para compreender os seres vivos a partir de uma perspetiva unificadora, a célula. No âmbito desta Unidade Curricular, o processo de aprendizagem visa a aquisição de conhecimentos sólidos que permitam relacionar a complexidade molecular e estrutural com a fisiologia celular, e a aquisição de aptidões científicas genéricas – (i) recolha, seleção, análise, interpretação e validação de informação técnico-científica, (ii) comunicação de informação ténico-científica e (iii) atualização contínua e autónoma dos conhecimentos. Ao nível das competências, o processo de aprendizagem visa proporcionar capacidade para reconhecer e compreender a importância da célula na saúde e na doença. Quer ao nível da aprendizagem, quer ao nível das competências esta unidade curricular é fundamental como base a um profissional de Ciências da Nutrição.

Conteúdos programáticos:

I. Teórica: Perspetiva histórica; Modelo estrutural dos sistemas biológicos: célula e água; Estrutura e função das biomoléculas: ácidos nucleicos, proteínas, hidratos de carbono e lípidos; Biomembranas: estrutura, funções, transporte transmembranar; Organelos celulares: ultra-estrutura, biogénese, fisiologia e patologia; Proteólise e Proteostase; Biosinalização, proliferação (regulação do ciclo celular) e morte celular (necrose, apoptose, autofagia e necroptose). II. Prática:Caracterização de aminoácidos e proteínas; Isolamento de proteínas; Estudo da ação da enzima peroxissomal catalase; Princípios básicos de Microscopia Óptica e de Micrometria; Elaboração e observação de preparações extemporâneas de tecidos vegetais e de tecidos animais; Estudo morfológico e estrutural de células procarióticas; Isolamento de organelos celulares e estudo da permeabilidade da membrana organelar e da membrana celular.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A componente teórica analisa a célula a partir de uma perspetiva molecular e a sua importância é salientada com doenças causadas pela perda ou ganho de função de proteínas, promovendo uma compreensão ampla e integrada sobre a fisiopatologia celular, colmatando num trabalho de pesquisa bibliográfica. A componente prática é focada na resolução de problemas, permitindo ao aluno contactar com técnicas experimentais básicas, aplicar o método científico, aplicar conceitos teóricos. A interligação e complementaridade entre as as duas componentes promove e melhora: (i) A compreensão do papel da célula na dinâmica de organismos multicelulares, na saúde e doença; (ii) A capacidade para executar técnicas básicas e interpretar resultados; (iii) A análise e compreensão de literatura científica; (iv) O desenvolvimento de raciocínios científicos; e (v) A apreensão e a comunicação de informação técnico-científica. Assim, a execução do programa irá produzir os resultados pretendidos.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

I. Componente teórica (T): Compreende aulas teóricas e a aprovação é certificada através da realização de 2 testes escritos. Material didático assim como artigos científicos estarão disponíveis na plataforma Canvas. A aprovação implica a obtenção de, pelo menos, 10/20 valores. A não aprovação em avaliação contínua remete o aluno para a realização de exame no final do semestre. O exame tem a duração de 2 horas e incide sobre a totalidade do programa teórico.
II. Componente prática (PL): Integra aulas laboratoriais, com execução de protocolos, discussão e interpretação de resultados. A aprovação é certificada através da realização de 2 testes escritos (ponderação na nota final 80%) e da avaliação do desempenho laboratorial do aluno em sala de aula (ponderação na nota final 25%). A aprovação implica a obtenção de, pelo menos, 10/20 valores. Não está previsto exame final a esta componente.
Nota final = 75%*T+25%*PL

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

O conteúdo programático visa proporcionar ao aluno o conhecimento sobre a célula, a unidade estrutural e funcional fundamental de organismos vivos. A parte teórica está dividida em duas seções. A primeira descreve a base química da vida, com destaque para as biomoléculas envolvidas nos processos celulares e metabólicos. A segunda secção explora a ultra-estrutura e a função de organelos/compartimentos e a sua importância para a fisiologia e patologia celulares, com particular enfoque para as patologias associadas aos organelos implicadas em deficiências enzimáticas do foro metabólico, de interesse para as Ciências da Nutrição. Esta componente é desenvolvida a partir da exposição descritiva e integrada dos conceitos, teorias e mecanismos subjacentes ao programa teórico. A sua progressão ocorre de forma articulada com o material didático e a bibliografia, e inclui a reflexão conjunta sobre aspetos fulcrais do programa. Para a aquisição dos conhecimentos são aplicadas metodologias de ensino diretas e indiretas as quais promovem um nível de compreensão amplo e integrado. O desenvolvimento de um trabalho de pesquisa bibliográfico incluído nesta componente da unidade curricular por um grupo de 2 a 3 alunos visa melhorar: (i) Autoaprendizagem, (ii) Comunicação oral e escrita de informação científica (iii) Actualização autónoma dos conhecimentos. O tema é selecionado pela docente a partir de uma lista proposta pelos alunos e visa o aprofundamento dos conhecimentos sobre a etiopatogénese molecular e celular de diversas doenças com especial enfoque na área das Ciências da Nutrição. Após revisão do trabalho, a sua apresentação oral é sucedida de discussão quanto à forma, conteúdo e desempenho do aluno, e classificado. A participação ativa do aluno nesses seminários representa uma oportunidade adicional para apreender a relevância dos conhecimentos da biologia celular para a prática clínica. Artigos científicos ou outros de utilização livre, estarão disponíveis através do e-learning. II. Componente prática: A aprendizagem é baseada na resolução de problemas de aplicação prática, recorrendo a uma abordagem experimental, e visa melhorar: (i) Integração conceptual, (ii) Operacionalização em ambiente laboratorial (organização, raciocínio e execução), (iii) Recolha, seleção, análise, sistematização, interpretação crítica e validação de informação técnico-científica.
Adicionalmente às horas de contacto, o processo de aprendizagem poderá ser complementado presencialmente, durante o horário de atendimento do docente, ou utilizando as ferramentas de comunicação digital institucionais (e-mail/e-learning). A utilização desses recursos informáticos é, também, um importante contributo para a promoção e estímulo do processo de autoaprendizagem do aluno.

Bibliografia:

1. ALBERTS B, BRAY D, HOPKIN K, JOHNSON D, LEWIS J, RAFF M, ROBERTS K, WALTER P. Fundamentos da Biologia Celular. Artmed Editora, 4ª Edição, 2017. ISBN: 9788582714058 (existe 2ªedição de 2006)
2. SUNKEL CE, AZEVEDO C. Biologia Molecular e Celular, Lidel eds. Técnicas, 5ª Edição, 2012 ISBN: 9789727576920 (existe 4ª edição, 2010)
3. Lodish H, Berk A, Kaiser CA, Krieger M, Bretscher A, Ploegh H, Martin KC, Yaffe M. Molecular Cell Biology. WH Freeman, 9th Edition, 2021. ISBN: 9781319208523. (existe a 3ª edição, 1995
3. Castro R., Ribeiro R. Manual de trabalhos laboratoriais de apoio à componente prática da UC, 2020

Objetivos de aprendizagem:

OA1. É importante que os alunos aprofundem os domínios particulares do metabolismo das principais biomoléculas e da bioquímica e fisiologia do sistema endócrino.
OA2. Simultaneamente, pretendem-se introduzir algumas situações clínicas relacionadas com alterações nas vias metabólicas estudadas ou no sistema endócrino.
OA3. De acordo com o Referencial para a Formação Académica do Nutricionista da Ordem dos Nutricionistas, o aluno deverá adquirir conhecimentos nucleares, concretamente, conhecer, compreender e descrever os processos e vias metabólicas dos macro- e micronutrientes, bem como as doenças metabólicas consequentes de desequilíbrios nestes processos e vias; identificar os macro- e micronutrientes sob a perspetiva química, metabólica e alimentar.
OA4. O aluno deverá também adquirir competências em diagnóstico, concretamente, recolher, registar, analisar, interpretar e reportar dados bioquímicos, usando métodos apropriados.

Conteúdos programáticos:

CP1. Metabolismo dos Hidratos de Carbono (Glicólise; Gluconeogénese; Via das pentoses fosfato; Ciclo de Krebs; Cadeia de transporte de electrões e Fosforilação oxidativa; Metabolismo do glicogénio; Doenças).
CP2. Metabolismo dos Lípidos (Oxidação e síntese de ácidos gordos; Lipogénese; Mobilização dos depósitos lipídicos; Corpos cetónicos; Metabolismo do colesterol; Lipoproteínas plasmáticas; Doenças).
CP3. Metabolismo dos Aminoácidos (Reações de transaminação e desaminação de aminoácidos; Ciclo da ureia; Síntese e degradação de aminoácidos; Doenças).
CP4. Interrelações Metabólicas.
CP5. Digestão e Absorção Gastrointestinal.
CP6. Sistema Endócrino.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos que integram a unidade curricular (CP1-CP6) vão de encontro às necessidades que são estabelecidas nos objetivos (OA1-OA4). A unidade curricular visa o estudo dos principais processos metabólicos, assim como do relacionamento entre os órgãos envolvidos na manutenção do equilíbrio metabólico. Os alunos deverão ter capacidade de compreensão e aquisição de conhecimentos na área da Bioquímica estrutural e metabólica e do sistema endócrino. Pretende-se também que os alunos adquiram e desenvolvam competências empíricas ao contactar com novas metodologias laboratoriais.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Nas aulas teóricas procede-se à exposição dos conceitos teóricos relevantes e orientação do estudo dos alunos por consulta da bibliografia recomendada.
M2. As aulas teórico-práticas incluem a discussão detalhada, com resolução de exercícios, dos principais temas, incluindo a análise de doenças de metabolismo e do sistema endócrino, seus sintomas e relação com a(s) causa(s), e tratamentos possíveis.
M3. As aulas práticas laboratoriais incluem a execução de trabalhos práticos de aplicação dos vários conceitos teóricos.
Avaliação: Teórica e Teórico-prática (80%): 2 testes (50% cada); Prática Laboratorial (20%): 6 mini-testes (15% cada) e desempenho em laboratório (10%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Numa primeira fase, é importante que os alunos assimilem os aspetos fundamentais da Bioquímica, e aprofundem os domínios particulares do metabolismo das principais biomoléculas e da bioquímica e fisiologia do sistema endócrino (OA1 e OA3). Sendo assim, nas aulas teóricas procede-se à exposição dos conceitos teóricos relevantes e orientação do estudo dos alunos por consulta da bibliografia recomendada (M1).
Numa segunda fase, pretendem-se introduzir algumas situações clínicas relacionadas com alterações nas vias metabólicas estudadas ou no sistema endócrino (OA2 e OA3). Para isso, as aulas teórico-práticas incluem a discussão detalhada, com resolução de exercícios, sobre os principais temas, incluindo a análise de doenças de metabolismo e do sistema endócrino, seus sintomas e relação com a(s) causa(s), e tratamentos possíveis (M2).
Pretende-se também que os alunos adquiram e desenvolvam competências empíricas ao contactar com novas metodologias laboratoriais (OA4). Sendo assim, as aulas práticas laboratoriais incluem a execução de trabalhos práticos de aplicação dos vários conceitos teóricos (M3).

Bibliografia:

Berg, J.M., Tymoczko, J.L., Gatto, G.J., & Stryer, L. (2019). Biochemistry (9ª ed.). W.H. Freeman and Company.
Cardoso, I.L., Leal, F., & Lemos, C. (2020). Biochemical Changes During The Human Lifespan. Cambridge Scholars Publishing.
Cardoso, I.L., & Leal, F. (2013). Manual de Exercícios de Bioquímica. edições UFP.
Cardoso, I.L., Moutinho, C., Sousa e Silva, C., Lemos, C., Leal, F., & Silva, P. (2014). Trabalhos Laboratoriais de Bioquímica (3ª ed.). edições UFP.
Devlin, T.M. (2010). Textbook of Biochemistry with Clinical Correlations (7ª ed.). Wiley-Liss.
Leal, F., & Cardoso, I.L. (2013). Casos Clínicos em Bioquímica. edições UFP.
Leal, F., & Cardoso, I.L. (2018). Sistema Endócrino e Patologias Associadas. Lusodidacta.
Mckee, T., & Mckee, J.R. (2016). Biochemistry: the Molecular Bases of Life (6ª ed.). McGraw-Hill.
Nelson, D.L., & Cox, M.M. (2017). Lehninger Principles of Biochemistry (7ª ed.). W.H. Freeman and Company.

Objetivos de aprendizagem:

O1. Explicar a importância do conhecimento da composição nutricional dos alimentos.
O2. Saber utilizar as Tabelas de Composição de Alimentos, bem como as Bases informáticas de composição nutricional de alimentos.
O3. Conhecer os diferentes grupos de alimentos e suas características.
O4. Sistematizar a composição nutricional e o valor energético dos alimentos.
O5. Nomear as principais fontes alimentares dos diversos nutrientes.
O6. Conhecer a legislação relativa à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios, nomeadamente as menções obrigatórias a apresentar no seu rótulo.
O7. Saber utilizar um software de análise de nutrientes.

Conteúdos programáticos:

CP1. Composição nutricional dos alimentos e importância desta informação.
CP2. Tabelas de composição dos alimentos e Bases de dados nutricionais informatizadas (ex. PortFir).
CP3. Grupos de alimentos e Composição nutricional dos grupos de alimentos.
3.1 Leites e Produtos Lácteos
3.2. Carnes, órgãos e vísceras
3.3. Pescado (Peixe, Moluscos e Crustáceos)
3.4. Ovos e ovoprodutos
3.5. Leguminosas frescas e secas
3.6. Cereais e Derivados
3.7. Hortícolas e Derivados (excepto leguminosas)
3.8. Frutos e Derivados
3.9. Óleos e Gorduras
3.10. Açúcar, Produtos Açucarados e Mel
3.11. Cacau e Derivados
3.12. Bebidas alcoólicas e não alcoólicas
CP4. Rotulagem alimentar. Legislação relativa à prestação de informação aos consumidores sobre os géneros alimentícios.
CP5. Software Food Processor Nutrient Analysis Software.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir O1
CP2 visa atingir O2
CP3 visa atingir O2, O3, O4 e O5
CP4 visa atingir O6
CP5 visa atingir O7

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Esta UC inclui sessões teóricas e sessões práticas. A metodologia de ensino das sessões teóricas envolve exposição oral dos conteúdos programáticos baseada nas atuais evidências científicas, legislação e informação das tabelas de composição dos alimentos. São ainda utilizados pequenos vídeos como estratégia de aprendizagem para o conhecimento dos alimentos. Os alunos serão ativamente incentivados a participar nestas sessões.
As sessões práticas incluem: resolução de exercícios e atividades práticas sobre os conteúdos abordados nas sessões teóricas; utilização de um software de análise de nutrientes dos alimentos; recurso a um software online que permite aos alunos reverem a matéria lecionada através da elaboração de questões de escolha múltipla posteriormente revistas e respondidas pelos outros colegas. A avaliação desta unidade curricular engloba dois testes teóricos escritos, um projeto prático de grupo, e a submissão de três tarefas a realizar nas aulas práticas.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As sessões teóricas permitem o aprofundamento do conhecimento com participação ativa do aluno, associados a exemplos práticos e pequenos vídeos utilizados como estratégia de aprendizagem para motivar os alunos. No âmbito destas aulas, os conteúdos serão organizados e apresentados de forma a promover o raciocínio crítico dos alunos para atingirem os objetivos propostos. As sessões práticas pretendem complementar as sessões teóricas promovendo compreensão da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos através da realização de atividades e exercícios práticos articulados com o programa da unidade curricular. O projeto de grupo baseado numa situação real e desenvolvido ao longo do semestre, pretende contribuir para o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos através da exploração autónoma da tabela de composição dos alimentos e a prática do cálculo do valor nutricional dos alimentos, visando contribuir para todos os objetivos de aprendizagem definidos. A utilização de uma plataforma online de elaboração de perguntas de escolha múltipla e resposta das questões pelos outros alunos estimula o pensamento crítico, promovendo o questionamento e o envolvimento ativo dos alunos, permitindo contribuir para alcançar os objetivos propostos.

Bibliografia:

Martins I, Porto A, Oliveira L. Tabela da composição de Alimentos. Departamento de Nutrição e Alimentação - Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge; 2006.
PortFIR - Plataforma Portuguesa de Informação Alimentar; http://portfir.insa.pt/
Peres Emílio, Alimentos e Alimentação, Lello&irmão, 1992.

Objetivos de aprendizagem:

Desenvolvimento da competência linguística e comunicativa dos alunos com o objectivo de assegurar uma comunicação eficaz numa pluralidade de situações sócio-profissionais. Consolidação de estruturas gramaticais e padrões previamente adquiridos. Identificação, crítica, comentário e produção de vários tipos de texto, através do desenvolvimento das capacidades de ouvir, compreender, analisar, discutir e resolver problemas em inglês. Desenvolvimento das capacidades críticas e reflexivas dos alunos, através de uma aprendizagem e gestão autónomas

Conteúdos programáticos:

1, Anatomia Humana
1.1. Sistemas do Corpo
1.2. Terminologia medical
2. Ciências de Nutrição
2.1. Requisitos nutricionais
2.1.1 Grupos e tipos de alimentação – vocabulário geral
2.1.2 Vitaminas e minerais
2.1.3 Alimentação equilibrada
2.2. Regimes nutricionais para problemas de saúde
2.3. Hábitos alimentais não saudáveis
2.3.1 Alimentos processados
2.2.2. Fast food
2.2.3 IMC
2.4 Alimentos a nível internacional
2.5 Preparação dos alimentos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os itens temáticos dos conteúdos programáticos visam como competências genéricas que os alunos comuniquem, compreendam e produzam mensagens em língua inglesa, tanto em contextos sociais, como profissionais, devendo ser capazes de utilizar a língua inglesa num conjunto de situações reais. Para este efeito, nesta unidade curricular, os estudantes são incentivados a adotar uma atitude introspetiva e reflexiva, tendo em conta a realidade social e profissional na área da saúde.
É objetivo da unidade curricular levar os estudantes a melhorar as suas competências comunicacionais em inglês, de modo a que consigam utilizar esta língua na realização de diversos contactos interpessoais, em diferentes contextos socioprofissionais, de forma a permitir o desempenho profissional em contexto internacional. Com a componente de 'Trabalho de Projeto', pretende-se melhorar o trabalho de equipa, com utilização de uma segunda língua, especificamente em inglês.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Aulas teórico-práticas, com ênfase nas competências instrumentais: dialogar, ouvir, ler, compreender e produzir mensagens em língua inglesa. Avaliação contínua OU exame. A avaliação contínua é constituída por dois testes escritos e por um trabalho oral, a apresentar no final do semestre. A nota final resulta da ponderação das várias prestações escritas e orais do estudante, bem como da sua participação nas actividades propostas. O exame é constituído por 2 partes: escrito e oral. A oral é obrigatória sempre que o aluno obtiver 7,5 ou mais na componente escrita.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

De forma a potenciar as competências específicas dos estudantes, a metodologia adoptada (com ênfase na avaliação contínua de conhecimento) incentiva as aquisições de tipo instrumental, designadamente comunicar oralmente e por escrito, identificar e compreender mensagens, utilizando a língua inglesa num conjunto de situações socioprofissionais, bem como no acesso ao conhecimento.
As metodologias eminentemente práticas desta disciplina têm como objetivo levar os alunos a interpretar circunstâncias e fenómenos comunicacionais relativos aos diferentes contextos culturais e linguísticos, adquirindo experiência na recolha, identificação e interpretação de informação proveniente de diferentes contextos culturais, desenvolver deste modo a autonomia de trabalho em diferentes contextos culturais, levando a uma maior compreensão e adaptação a diferentes ambientes culturais em que a comunicação seja efetuada em língua inglesa.

Bibliografia:

Eastwood, J. (2011). Oxford Practice Grammar – Intermediate. Oxford, Oxford University Press.
Glendinning, E.H. and Holmström, B. (2005) English in Medicine – 3rd Edition. Cambridge: Cambridge University Press.
Glendinning, E.H. and Howard, R. (2007). Professional English in Use: Medicine. Cambridge, Cambridge University Press.
Grice, T. (2007).Oxford English for Careers: Nursing 1. Oxford, Oxford University Press.
Milner, M. (2006). English for Health Sciences. Boston, Thomson.
Ribes, R. and Ros, P.R. (2006). Medical English. Heidelberg, Springer.
Tortora, G.J. & Derrickson, B.H. (2020). Principles of Anatomy and Physiology, 16th Ed. John Wiley & Sons, Inc"

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

OA1 - Adquirir conhecimentos e instrumentos que permitam aconselhar e ajudar o indivíduo a selecionar alimentos com o objetivo de o nutrir saudavelmente.
OA2 - Compreender que a alimentação e a nutrição são parte integrante da promoção de saúde e prevenção da doença e que são capazes de determinar a vulnerabilidade do indivíduo a doenças crónicas metabólicas degenerativas.
OA3 - Identificar os constituintes dos alimentos, funções, utilização e inter relações metabólicas.
OA4 - Enunciar as recomendações nutricionais.
OA5 - Caracterizar o padrão alimentar saudável e compará-lo com os restantes padrões existentes.
OA6 - Relacionar a regulação da ingestão alimentar com o peso e composição corporais.
OA7 - Registar planos alimentares.
OA8 - Apresentar capacidade para fundamentar o papel do nutricionista.
OA9 - Desenvolver espírito crítico e aberto à mudança e capacidade de trabalhar em grupo.

Conteúdos programáticos:

CP1 Glícidos: nomenclatura, classificação, funções. Digeríveis e indigeríveis. Necessidades e recomendações, fontes alimentares. Índice glicémico, carga glicémica e resposta glicémica.
CP2 Proteínas: nomenclatura, classificação, funções. Necessidades e recomendações, fontes alimentares. Dietas ricas em proteínas e pobres em glícidos; dietas vegetarianas; suplementação; qualidade e complementação.
CP3 Lípidos: nomenclatura, classificação, funções. Necessidades e recomendações, fontes alimentares.
CP4 Água: funções, equilíbrio, necessidades.
CP5 Antioxidantes: natureza, funções biológicas e relação com patologia.
CP6 Regulação da ingestão alimentar e do peso corporal.
CP7 Padrão alimentar saudável: conceito, formulação e implicações.
CP8 Recomendações nutricionais e alimentares. Guias alimentares.
CP9 Dietas Mediterrânea e Atlântica.
CP10 Alimentação e Nutrição no ciclo de vida: gravidez, amamentação, infância, adolescência e envelhecimento.
CP11 Trabalho de grupo.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 - Glícidos. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA8, OA9
CP2 - Proteínas. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA7, OA8, OA9
CP3 - Lípidos. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA8, OA9
CP4 - Água. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA8, OA9
CP5 - Antioxidantes. Visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4, OA8, OA9
CP6 -Regulação da ingestão alimentar e do peso corporal. Visa atingir OA6, OA9
CP7 - Padrão alimentar saudável. Visa atingir OA1, OA2, OA4, OA5, OA8, OA9
CP8 - Recomendações nutricionais e alimentares. Guias alimentares. Visa atingir OA2, OA4, OA5, OA8, OA9
CP9 - Dieta Mediterrânea e Atlântica. Visa atingir OA2, OA4, OA5, OA8, OA9
CP10 - Alimentação e Nutrição no ciclo de vida. Visa atingir OA2, OA4, OA8, OA9
CP11 - Realização de um trabalho de grupo. Visa atingir OA1, OA2, OA4 e OA9

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas.
M3 - Método interrogativo nas aulas teórico-práticas, com participação ativa dos alunos.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
Avaliação:
Será constituída por 2 provas de avaliação sumativas, com ambas as componentes (T+TP, de igual ponderação). A primeira avaliação terá uma ponderação de 45% e a segunda avaliação uma ponderação de 45% da nota final. A avaliação inclui ainda a apresentação de um trabalho de grupo com ponderação de 10% da nota final.
O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores.
A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos. Para a prossecução de todos os OA.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas. Para a prossecução de todos os OA.
M3 - Método interrogativo nas aulas teórico-práticas, com participação ativa dos alunos. Para a prossecução de todos os OA.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. Para a prossecução de todos os OA.
Aulas teóricas (método expositivo): a componente teórica tem por base a exposição das matérias. Pretende-se também fomentar um espírito crítico nas matérias relacionadas com a alimentação e nutrição humana.
As aulas teórico-práticas (método interrogativo e participação ativa): privilegiam a discussão iniciada através de diverso “material de estímulo”, em diversos planos, incluindo os tipos “one-to-one” e “brainstorming”, e métodos de análise e resolução de problemas. Privilegiam-se, assim, a participação ativa dos estudantes, o contacto tipo “face-to-face”, e atividades com objetivos definidos, que incluem discussão de determinados tópicos e questões, análises, críticas, resolução de problemas e tomadas de decisão.

Bibliografia:

• Insel P., Ross D., Bernstein M. (eds.). Nutrition. Jones and Bartlett Publishers, 2018 (6th edition).
• Insel P., Turner R.E., Ross D. (eds.). Nutrition. Jones and Bartlett Publishers, 2007 (3th edition).
• Instituto Nacional de Saúde. Tabela da composição de alimentos. Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, Lisboa, 2019).
• Mahan LK, Escott-Stump S (eds.). Krause’s Food, Nutrition and Diet Therapy. Elsevier, St. Louis, Missouri, 2017 (14th edition).
• Mahan LK, Escott-Stump S (eds.). Krause’s Food, Nutrition and Diet Therapy. W. B. Saunders Company, Philadelphia, 2008 (12th edition). [Krause: Dietoterapia, 12ª edicion, Masson, Barcelona 2008.]
• Artigos científicos, ou outra documentação, recomendados pelos docentes com particular relevância para o programa da unidade curricular, passando assim os mesmos a constituírem também bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Compreender a relevância do estudo da composição química e metabolismo bioquímico dos alimentos.
OA2. Conhecer as propriedades bioquímicas dos principais constituintes alimentares, no processo de desenvolvimento, colheita e/ou abate, processamento e armazenamento alimentar.
OA3. Compreender a funcionalidade e o impacto na saúde dos constituintes alimentares.
OA4. Identificar alterações bioquímicas que ocorrem nos alimentos não processados, quer de origem vegetal como animal, capazes de alterar nas características sensoriais, reológicas e nutricionais dos mesmos.
OA5. Conhecer os processos de deterioração dos alimentos.
OA6. Aquisição de conhecimentos sobre metodologias analíticas básicas na área da bioquímica alimentar.
OA7. Desenvolver o espírito crítico e comunicação da informação científica, através de interpretação de artigos científicos.

Conteúdos programáticos:

CP1. Introdução à Bioquímica dos alimentos.
CP2. Água: propriedades e funções nos alimentos.
CP3. Propriedades bioquímicas dos alimentos. Alterações bioquímicas que ocorrem em alimentos não processados.
CP3.1. Cereais e leguminosas: composição e funcionalidade dos seus constituintes. Demolha. Germinação.
CP3.2. Hortofrutícolas: composição e funcionalidade dos seus constituintes. Alterações bioquímicas que ocorrem após a colheita e durante a maturação. Aromatizantes naturais. Fitoquímicos.
CP3.3. Leite: composição bioquímica, biossíntese da gordura e das proteínas do leite.
CP3.4. Ovos: composição e alterações bioquímicas que ocorrem durante o envelhecimento do ovo.
CP3.5. Carne e pescado: propriedades, transformações bioquímicas que ocorrem no músculo do animal após o abate. Pigmentos da carne.
CP4. Deterioração dos alimentos: escurecimento enzimático, oxidação lipídica, off-flavors no leite.
CP5. Atividades laboratoriais fundamentadas no programa teórico.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1. Introdução à Bioquímica dos alimentos.
Visa atingir OA1
CP2. Água: propriedades e funções nos alimentos.
Visa atingir OA2 e OA3.
CP3. Propriedades bioquímicas dos alimentos e sua funcionalidade. Alterações bioquímicas que ocorrem em alimentos não processados.
Visa atingir OA2, OA3 e OA4.
CP 4. Deterioração dos alimentos: escurecimento enzimático; oxidação lipídica; off-flavors no leite.
Visa atingir OA5.
CP5. Atividades laboratoriais que envolvem metodologias analíticas básicas em alimentos.
Visa atingir OA6
CP1, 2, 3, 4 e 5
Visam atingir OA7.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Aulas teóricas
M1- exposição oral dos conteúdos programáticos com base na evidência científica atual.
M2-disponibilização do material didático na plataforma de e-learning da Universidade Fernando Pessoa.
M3-incentivo à participação ativa dos alunos.
Aulas práticas
M4-disponibilização prévia dos protocolos das atividades laboratoriais a realizar em aula.
M5-exposição sobre os procedimentos laboratoriais a realizar nas aulas práticas e acompanhamento dos alunos durante as mesmas.
M6-debates em grupo de artigos científicos previamente selecionados pelo docente.
Avaliação
Componente teórica (80%): 2 testes escritos (40% cada).
Componente prática (20%): 1 teste escrito sobre as atividades práticas (15%), participação e desempenho nas aulas práticas e laboratoriais (5%).
Para aprovação da unidade curricular o discente deverá obter uma nota média mínima ponderada de 9,5 valores (em 20) em cada uma das componentes.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

1. A exposição oral dos conteúdos nas aulas teóricas (M1) permite o aprofundamento do conhecimento pelos alunos. No âmbito destas sessões, os conteúdos são organizados e apresentados de forma a promover o raciocínio crítico e a participação dos alunos (M2). Estas metodologias de ensino associada à disponibilização do material didático na plataforma de e-learning da Universidade Fernando Pessoa contribuem para atingir os objetivos de aprendizagem OA1, OA2, OA3, OA4 e OA5.
2. As aulas práticas e laboratoriais permitem a aquisição e desenvolvimento de capacidades e competências laboratoriais na área da bioquímica dos alimentos. A disponibilização prévia dos protocolos das atividades laboratoriais a realizar em aula (M4), a exposição sobre os procedimentos laboratoriais a realizar no início das aulas práticas (M5) e acompanhamento dos alunos durante as mesmas, contribuem para que o aluno compreenda e desenvolva metodologias analíticas básicas na área da bioquímica dos alimentos (OA6).
No âmbito das aulas práticas são ainda realizados debates em grupo de artigos científicos previamente selecionados pelo docente (M6), que promovem a reflexão e discussão dos temas relevantes, bem como o desenvolvimento do espírito crítico e capacidade de comunicação científica (OA7).
O método de avaliação contínua estimula o contacto permanente do aluno com os conteúdos da unidade curricular, permitindo ao docente uma mais rigorosa avaliação da aquisição dos objetivos definidos.

Bibliografia:

1. Paula, B.M.D. Química & Bioquímica de Alimentos. 1ª Edição. Alfenas-MG, Brasil. 2021. ISBN: 978-65-86489-32-3 (e-book).
2. Eskin, M., Shahidi, F. Biochemistry of foods. 3rd ed. Academic Press. 2013. ISBN: 978-0-323-28179-9.
3. Belitz, H.D., Grosch, W., Schieberle, P. Food Chemistry. 4th ed, Springer-Verlag, Berlin, 2009. ISBN: 978-3-540-69934-7.
4. Koblitz, M.G.B. Bioquímica de Alimentos. Teoria e Aplicações Práticas. 1ª Edição. LAB Ed., Rio de Janeiro, Brasil. 2008. ISBN: 978-85-277-1384-9.

Objetivos de aprendizagem:

O estudo da Embriologia, Histologia e Citologia assenta na descrição do desenvolvimento embrionário e pós-natal do Homem, bem como da organização microscópica e sub-microscópica das suas células, tecidos, órgãos e sistemas do corpo humano. Esta unidade curricular proporciona aos estudantes em formação, um suporte importante na compreensão de algumas disciplinas básicas, em particular da anatomofisiologia. Para isso, é importante que o aluno interprete a morfologia numa perspetiva funcional e que compreenda como as modificações da forma podem levar a alterações da função. É também uma área do saber que proporciona uma base sólida de conhecimentos importantes para a interpretação do diagnóstico patológico e consequente aconselhamento terapêutico, permitindo ainda uma comunicação efetiva do futuro nutricionista com os restantes profissionais da área da saúde, contribuindo assim para o desenvolvimento de competências críticas específicas importantes nesta área da saúde.

Conteúdos programáticos:

Os níveis de organização do corpo humano: célula, tecido, órgão e sistemas. Os tecidos básicos: tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido nervoso. O sistema circulatório: vascular sanguíneo e linfático. O sistema respiratório: a porção condutora e respiratória. O sistema urinário: os rins, bexiga e vias urinárias. O sistema imunitário: órgãos linfáticos primários e secundários. O sistema tegumentar: pele e anexos cutâneos. O sistema digestivo: tubo digestivo e glândulas anexas. O sistema endócrino: as glândulas endócrinas e o eixo hipofisário-hipotalâmico. Os sistemas reprodutores: masculino e feminino. Fertilização e desenvolvimento embrionário inicial. Desenvolvimento embrionário fetal.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Durante a execução pedagógica desta unidade curricular será tido em linha de conta a natureza particular da tipologia da aula em curso. Nas sessões teóricas irá se privilegiar a aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos básicos através de aulas presenciais em que o docente com o apoio de dispositivos multimédia ira lecionar os conteúdos programáticos sempre num papel de facilitador e organizador de temáticas privilegiando uma perspetiva de intercâmbio ativo com os alunos. Serão ainda apresentados, estudados e discutidos alguns casos clínicos no decurso das aulas. Finalmente nas sessões práticas laboratoriais, os alunos, privilegiando a utilização do microscópico óptico composto, irão observar preparações histológicas de tecidos e órgãos onde aplicarão as competências adquiridas na componente teórica.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A avaliação da aquisição de competências por parte dos alunos na presente unidade curricular será efetuada através de diferentes metodologias didático-pedagógicas, privilegiando sempre que possível o modelo de avaliação contínua. A avaliação teórica consiste na realização de duas provas teóricas que irão focar os tecidos básicos, os sistemas de órgãos e a embriologia. A avaliação prática consiste na realização de dois testes práticos que visam a correta identificação de preparações histológicas conjuntamente com algumas perguntas de escolha múltipla de cariz teórico-prático. A nota final à unidade curricular resulta da aplicação da seguinte fórmula: 80% da nota teórica + 20% da nota prática, sendo que cada componente terá de ter nota igual ou superior a 10 valores. No que diz respeito à assiduidade, é obrigatória a frequência obrigatória pelos alunos do número de aulas teóricas e teórico-práticas (50 %) e práticas (80 %) previstas no regulamento pedagógico em vigor.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Nas sessões teóricas irá se privilegiar a aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos básicos através de aulas presenciais em que o docente com o apoio de dispositivos multimédia irá lecionar os conteúdos programáticos sempre num papel de facilitador e organizador de temáticas privilegiando uma perspetiva de intercâmbio ativo com os alunos. Finalmente nas sessões práticas laboratoriais os alunos irão observar diversas preparações histológicas de tecidos e órgãos de forma a consolidar os conhecimentos adquiridos na componente teórica. O acompanhamento fora da sala de aula, que não se resume as horas de atendimento ao aluno, será também fundamental no desenvolvimento das competências pretendidas.

Bibliografia:

[1] Aarestrup BJ. 2012. Histologia Essencial. 1ª Edição. Guanabara & Koogan. Rio de Janeiro
[2] Gartner LP, Hiatt LP (2003) Tratado de Histologia. 2ª Edição. Guanabara & Koogan. Rio de Janeiro
[3] Hib J. 2003. DiFiore Histologia: Texto e Atlas. 1ª Edição. Guanabara & Koogan. Rio de Janeiro
[4] Junqueira LC, Carneiro J. 2017. Histologia Básica: Texto e Atlas. 13ª Edição. Guanabara & Koogan. RJ
[5] Ross MH, Pawlina W. 2016. Histologia: em correlação com Biologia Celular e Molecular. 7ª Edição. Guanabara & Koogan. RJ

Objetivos de aprendizagem:

A disciplina de Fisiopatologia tem como principal objectivo a aquisição de conhecimentos acerca da etiopatogenia de diversas entidades clínico patológicas relevantes para a Licenciatura em Ciências da Nutrição.
Com a selecção dos temas pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos que lhes permitam compreender diversas temáticas consideradas essenciais à sua vivência profissional.
Estes conteúdos, adequados às exigências da licenciatura, serão complementados com estímulos à pesquisa, assumindo os alunos um papel relevante na elaboração de um suporte bibliográfico que lhes servirá de base ao processo de consulta e avaliação.
Atendendo às características específicas dos temas abordados, os alunos serão incentivados a efectuar uma preparação contínua, fundamentada na consulta de excertos de livros científicos e ou de artigos alguns dos quais lhes são fornecidos, de modo a assim facilitar a aprendizagem.

Conteúdos programáticos:

CP1.Inflamação e reparação. Inflamação aguda, crónica e granulomatosa.
CP2.Proliferação e diferenciação celular. Regulação do ciclo celular. Necrose e apoptose.
CP3.Agressão celular. Atrofia, hipertrofia, hiperplasia e metaplasia. Lesão reversível e irreversível.
CP4.Aterosclerose e arteriosclerose. A placa de ateroma como modelo. Implicações na fisiologia vascular e enfartes.
CP5.Imunopatologia. Vírus da imunodeficiência humanas como modelo.
CP6.Má absorção e desnutrição. A doença celíaca como modelo.
CP7.Desequilíbrios alimentares. Estados hipometabólicos, hipermetabólicos e mistos. Pancreatites, diabetes e doença hepática crónica.
CP8.Neoplasias. Oncogenes, genes supressore. Iniciação, promoção e progressão tumoral.
CP9.Tipos tumorais mais comuns. Aspectos particulares.
CP10.Carcinogénese ambiental. Carcinogénese nas vias aéreas e digestivas.
CP11.Carcinogénese do tubo digestivo. Importância do microbioma.
CP12.Fisiopatologia do envelhecimento.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

OA1.Conhecer os mecanismos de inflamação e reparação celular.
OA2.Perceber a proliferação, a diferenciação, a regulação do ciclo celular, a necrose e a apoptose.
OA3.Perceber como células reagem às agressões. Atrofia, hipertrofia, hiperplasia e metaplasia, lesão reversível e irreversível.
OA4.Compreender os mecanismos do processo de aterogénese e implicações na fisiologia vascular e enfartes.
OA5.Conhecer as bases da imunopatologia com base no vírus da imunodeficiência humana.
OA6.Compreender a importância da má absorção na desnutrição.
OA7.Compreender aspectos a fisiopatologia dos desequilíbrios alimentares e seu reflexo.
OA8.Introdução à oncogénese e à susceptibilidade ao cancro.
OA9.Descrever os tipos mais frequentes de neoplasias.
OA10.Falar sobre a carcinogénese ambiental e sua intervenção em alguns tumores.
OA11.Analisar a carcinogénese do tubo digestivo superior e inferior.
OA12.Analisar a fisiopatologia do processo de envelhecimento.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A transmissão dos conhecimentos em sala de aula será efectuada de forma expositiva em aulas teórico prácticas.
Será abordada de forma detalhada e sistemática a fisiologia de alguns órgãos e sistemas que intervêm directa ou indirectamente em diversas funções orgânicas e cujas disfunções estão depois envolvidas em patologias.
A avaliação dos conhecimentos será efectuada mediante a realização de dois testes.
Estes incluirão perguntas de escolha múltipla, perguntas do tipo verdadeiro / falso e, perguntas de desenvolvimento.
Os testes serão cotados em 20 valores e, a nota final da componente será a resultante da média aritmética das notas obtidas em cada um dos testes.
Um exame final será efectuado em época própria e, será destinado aos alunos que não tenham optado pela avaliação contínua ou, que não tenham conseguido obter nota positiva nesta forma de avaliação.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A metodologia de ensino, em que se procura recorrer sempre que possível a casos clínicos ilustrativos de situações patológicas, pensamos ser o adequado à melhor compreensão dos temas enumerados no plano pedagógico.
A coerência entre os conteúdos programáticos (CP) e os objectivos da aprendizagem (AO) podem ser analisados na correspondência entre conteúdos

Bibliografia:

1. Frank H Netter; Atlas de Fisiologia Humana.
2. Textbook of Medical Physiology, Guyton & Hall’s.

Objetivos de aprendizagem:

"OA1 Compreender as características dos alimentos e as alterações ocorridas pelo processamento culinário;
OA2 Conhecer as características químicas dos alimentos que se encontram envolvidas nos diversos processamentos culinários;
OA3 Compreender as alterações químicas, físicas, nutricionais e sensoriais dos alimentos com o processo de cocção
OA4 Adquirir prática nas preparações culinárias relacionando com a prática do nutricionista
OA5 Conhecer os processos de confeção, a sua influencia nas características nutricionais das refeições e a sua influência no consumo alimentar
OA5 Perceber a influência da culinária na sustentabilidade alimentar"

Conteúdos programáticos:

"CP1 – A Gastrotecnia e as Ciências da Nutrição
CP 2 – Doses e Porções: Guias, ferramentas e métodos
CP 3 – Métodos culinários: processos químicos e físicos
CP 4 – Alterações organoléticas e a sua influência
CP 5 – Efeitos dos processos de cocção nos vários grupos de alimentos
CP 6 – Efeitos dos processos de confeção na formação de compostos indesejáveis
CP 7 – Receituário tradicional português
CP 8 – Cozinha, tradição, cultura e o mundo
CP 9 – Culinária e sustentabilidade"

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

"CP1 – A Gastrotecnia e as Ciências da Nutrição
CP 2 – Doses e Porções: Guias, ferramentas e métodos
CP 3 – Métodos culinários: processos químicos e físicos
Visam atingir OA 1, OA2
CP 5 – Efeitos dos processos de cocção nos vários grupos de alimentos
CP 6 – Efeitos dos processos de confeção na formação de compostos indesejáveis
Visam atingir: OA3, OA4 e OA5
CP 7 – Receituário tradicional português
CP 8 – Cozinha, tradição, cultura e o mundo
CP 9 – Culinária e sustentabilidade
Visam atingir OA6"

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (textos de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos) que será disponibilizado aos alunos. M2 - O material disponibilizado servirá de apoio às aulas. M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. M4 - Desenvolvimento de atividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pró-ativo. Avaliação Será constituída por 1 prova de avaliação sumativas, com os conteúdos TP, com ponderação de 50% da nota final; será ainda realizado um trabalho final com a ponderação de 20% e relatórios das aulas práticas com a ponderação de 30% O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores. A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (textos de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos) que será disponibilizado aos alunos. M2 - O material disponibilizado servirá de apoio às aulas. M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. M4 - Desenvolvimento de atividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pró-ativo. Estas metodologias visam atintir o objetivo OA1, OA2, OA3, OA4, OA5 e OA6. Avaliação Será constituída por 1 prova de avaliação sumativas, com os conteúdos TP, com ponderação de 50% da nota final; será ainda realizado um trabalho final com a ponderação de 20% e relatórios das aulas práticas com a ponderação de 30% O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores. A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico. Para procecução de todos os objetvos as aulas são distribuidas em teorico-práticas e páticas. A. Aulas Teórico-Práticas A.1. Descrição: Exposição de forma atualizada, descritiva e organizativa apoiada em bibliografiaobre conceitos, teorias e postulados que estão na base dos conteúdos programáticos. A.2. Objetivo: Fornecimento de conhecimentos para o desenvolvimento das competências da unidade curricular. B. Aulas Práticas B.1. Descrição: Combinam a dimensão teórica com a dimensão prática no sentido de conjugar os conhecimentos teóricos com a aplicabilidade prática. B.2. Objetivo: Desenvolver aprendizagens contextualizadas em torno da aplicação dos conhecimentos de gastrotecnia. A abordagem de concretização de trabalho individual, pretende promover aptidões e competências que assegurem a compreensão a influencia dos processos de confeção na promoção de hábitos saudáveis.

Bibliografia:

"Bennion, M. Scheule, B. (2020). Introductory foods.15TH edition New Jersey: Prentice Hall.
Michael P. Brenner, Pia M. Sörensen, David A. Weitz. (2015) Science & Cooking. Harvard.
Barham, Peter (2001). The Science of Cooking. Bristol. Springer-Verlag Berlin Heidelberg New York
Margarida Guerreiro, Paulina Mata. A cozinha é um laboratório, 2009. Lisboa. Fonte da Palavra
Artigos científicos publicados nas várias revistas internacionais e nacionais."

Objetivos de aprendizagem:

OA1.Compreender a estrutura, função e controlo do material genético.
OA2.Entender e explicar a dinâmica da regulação da expressão génica através de conceitos genéticos e epigenéticos.
OA3.Compreender a base molecular e celular de alterações génicas e cromossómicas.
OA4.Compreender e explicar as características da hereditariedade mendeliana e não mendeliana.
OA5.Entender, explicar e concretizar estratégias de diagnóstico e tratamento de doenças genéticas.
OA6.Entender, explicar e concretizar as interações nutriente-gene.
OA7. Aplicar o conhecimento na identificação e interpretação de doenças genéticas.
OA8. Identificar e interpretar o papel da nutrição na prevenção, desenvolvimento e tratamento de doenças genéticas.
OA9. Aplicar o conhecimento na análise e comunicação de informação científica de âmbito genético.
OA10- Proporcionar a tomada de decisões e intervenções cientificamente coerentes.

Conteúdos programáticos:

CP1 – Aspetos celulares e moleculares básicos da hereditariedade.
CP2 – Variabilidade genética, evolução e predisposição individual.
CP3 – Tipos de hereditariedade, características e patologias humanas.
CP4 – Aspetos básicos de genética populacional.
CP5- Diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças genéticas
CP6- Estratégias comummente utilizadas em CP5 (prática-laboratorial).
CP7- Papel da bioinformática na era genómica e pós-genómica (prática-laboratorial).
CP8- Aspetos éticos, legais e sociais associados a CP5.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Através da execução pedagógica de conteúdos específicos são alcançados os seguintes objetivos de aprendizagem:
CP1 – Todos os objetivos, especificamente OA1-OA6.
CP2 - OA3 a OA8.
CP3 - OA4 a OA10.
CP4 - OA4 e OA5.
CP5 - OA5 a OA10.
CP6- OA3 e OA7.
CP7- OA7, OA9 e OA10.
CP8- OA8 a OA10.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

São aplicadas metodologias de ensino diretas e indiretas em ambas as componentes:
ME1 - plataforma e-learning; ME2 – Material didático; ME3-Exposição oral da informação; ME4 – Atividades de discussão; ME5- Atividades de experimentação; ME6– Material audiovisual de acesso livre; e ME7- Atividades de apoio ao estudo do aluno.
Na componente teórica a aprovação (classificação de, pelo menos, 10/20 valores) é certificada através da realização de 2 testes escritos (ponderação na nota final, 70%). A não aprovação em avaliação contínua implica a realização de exame no final do semestre. A componente prática integra aulas prático-laboratorias. A aprovação (pelo menos 10/20 valores) é certificada através da realização de 2 testes escritos (20%) e do desempenho do aluno (10%) (ponderação na nota final, 30%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

ME1 –Utilização da plataforma canvas para divulgação de material didático e comunicação assíncrona com os alunos - aplicação transversal visando atingir todos os objetivos.
ME2 – Utilização de material de ensino-aprendizagem elaborado pelo docente (material audiovisual e textos de apoio para os estudos baseados em problemas) - aplicação transversal visando atingir todos os objetivos.
ME3- Discussão de questões baseadas em casos e apoiadas por consulta bibliográfica - aplicação transversal visando atingir todos os objetivos.
ME4- Resolução de problemas práticos recorrendo a uma abordagem experimental visando desenvolver (i) a sensibilidade do aluno acerca deste domínio do conhecimento ao contactar com técnicas laboratoriais básicas; (ii) raciocínios dedutivos e indutivos (i); e (iii) a capacidade de seleção, análise, compreensão e comunicação de informação técnico-científica – visa alcançar especificamente os objetivos OA1, OA5 e OA6.
ME5-Síntese dos conceitos e processos fundamentais complementada com a discussão de problemas propostos para estimular o pensamento crítico e a consulta da bibliografia recomendada - aplicação transversal visando atingir todos os objetivos.
ME6- Apresentação, análise e discussão de vídeos de acesso livre sobre tópicos específicos do programa para melhorar a apreensão de conceitos mais complexos- aplicada aos objetivos OA2 e OA5.
ME7 – Extensão do horário letivo para atividades de apoio ao estudo, individual ou em grupo, e que decorre presencialmente ou através das ferramentas de comunicação digital institucionais (e-mail/e-learning) - aplicação transversal visando atingir todos os objetivos.

Bibliografia:

Cardoso IL., Cabeda JM., Ribeiro MG. 2012. “Manual de Trabalhos Práticos de Genética”. Edições da Universidade Fernando Pessoa. Portugal. ISBN: 978-989-643-097-9.
Lewis R. 2014. Human Genetics: concepts and applications. 11st ed., McGraw Hill. ISBN: 978-0073525365.
Krebs JE, Goldstein ES., Kilpatrick ST. 2017. “Lewin’s Genes XII”. Jones and Bartlett Learning. EUA. ISBN: 978-1284104493. (existe a versão anterior, Genes XI, 2014)
Turnpenny P., Ellard S. (2017) Emery's Elements of Medical Genetics. 15th Ed. Elsevier. ISBN:9780702066856.

Objetivos de aprendizagem:

OA1-Identificar as características estruturais dos organismos eucariotas e procariotas
OA2-Identificar os factores que influenciam o crescimento dos microrganismos
OA3-Vírus
OA4-Princípios de genética microbiana
OA5-Identificar e descrever os mecanismos de infecção
OA6-Antimicrobianos

Conteúdos programáticos:

O programa da Unidade Curricular Microbiologia Geral irá abordar os conceitos base e fundamentais sobre o mundo microbiológico. Será dada especial ênfase à interdependência dos diversos conceitos de microbiologia estrutural, microbiologia funcional, relação parasita-hospedeiro e antimicrobianos.
CP1-Identificar as características estruturais dos organismos eucariotas e procariotas
CP2-Identificar os factores que influenciam o crescimento dos microorganismos
CP3-Vírus
CP4-Princípios de genética microbiana
CP5-Identificar e descrever os mecanismos de infecção
CP6-Antimicrobianos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos estão totalmente de acordo com o objetivo da unidade curricular. A carga horária de cada um dos conteúdos está também adequada à aprendizagem dos objetivos.
As competências adquiridas inserem-se nos domínios A e C dos domínios de competências do Referencial para a formação académica do nutricionista. Nomeadamente (A) Aplicar os conhecimentos das ciências naturais, ciências da saúde, ciências sociais e tecnologia alimentar e relacioná-las com as ciências da nutrição e alimentação (CP1-CP6); (C) Aplicar métodos de análise física, química, nutricional, microbiológica e sensorial dos alimentos (CP1-CP6).
Os objetivos (OA1-OA6) são conseguidos pelas respectivas componentes programáticas (CP1-CP6).

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Forma de execução pedagógica:
M1-Exposição e debate dos conceitos teóricos relevantes em sala de aula, orientação do estudo autónomo dos alunos por consulta da bibliografia recomendada.
M2-Brainstorming sobre questões pertinentes relacionadas com a matéria exposta em sala de aula. M3-Relativamente à componente laboratorial, a aprendizagem resulta da execução laboratorial dos trabalhos que reforçam a aprendizagem teórica.
Avaliação contínua (Dois testes teóricos e dois testes práticos durante o semestre). Qualquer uma das componentes só está concluída com 9,5 valores. A componente teórica contribui com 80% da nota final e a componente prática com 20% da nota final.
A componente teórica é avaliada por exame final no caso de não o ser por avaliação contínua.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As metodologias de ensino (M1-exposição teórica, M2-debate e orientação do estudo autónomo e M3 trabalho laboratorial) estão totalmente de acordo com os objetivos da unidade curricular (OA1-OA6). A carga horária de cada um dos conteúdos está também adequada à apredizagem dos objetivos.

Bibliografia:

(1) Ferreira, W.F.C. and Sousa, J.C. – Microbiologia (vol. 1) – LIDEL, 2010
(2) Willey, J.M., Sherwood, L.M., Woolverton, C.J. – Prescott's Microbiology – McGraw-Hill, 8ª edição, 2011
(3) Sousa, J.C. – Antibióticos volume 1 – Edições UFP, 2016.
(4) Sousa, J.C., Cerqueira, F., Abreu, C. – Microbiologia. Protocolos laboratoriais, 2ª edição– Edições UFP, 2012.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Compreender de forma sistemática e integrada aspetos relativos à alimentação e nutrição ao longo de todo o ciclo de vida.
OA2. Compreender os fatores determinantes e as necessidades alimentares e nutricionais durante a gravidez.
OA3. Compreender os fatores determinantes e as necessidades alimentares e nutricionais em idade pediátrica: crianças e adolescentes saudáveis.
OA4. Compreender os fatores determinantes e as necessidades alimentares e nutricionais e o plano de intervenção nutricional em crianças e adolescentes com patologia.
OA5. Compreender os fatores determinantes e as necessidades alimentares e nutricionais na idade adulta.
OA6. Compreender os fatores determinantes e as necessidades alimentares e nutricionais no envelhecimento.
OA7. Analisar informação.
OA8. Trabalhar com espírito crítico na resolução de problemas.
OA9. Trabalhar em equipa.

Conteúdos programáticos:

CP1. Gravidez: particularidades biológicas, alimentares e nutricionais.
CP2. Aleitamento Materno.
CP3. Nutrição do Recém-Nascido pré-termo.
CP4. Leites e fórmulas infantis.
CP5. Diversificação Alimentar no 1º ano de vida.
CP6. Alimentação pré-escolar e escolar.
CP7. Alimentação durante a adolescência.
CP8. Malnutrição proteico-energética em idade pediátrica.
CP9. Diabetes mellitus na infância e na adolescência.
CP10. Patologia digestiva em idade pediátrica.
CP11. Doenças metabólicas.
CP12. Obesidade em idade pediátrica.
CP13. Alergias e intolerâncias alimentares em idade pediátrica.
CP14. Adulto: particularidades biológicas, alimentares e nutricionais.
CP15. Idoso: particularidades biológicas, alimentares e nutricionais.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

O conteúdo programático nº1 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº1, nº2, nº7 a nº9.
Os conteúdos programáticos nº2 a nº8 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº1 e nº3, nº7 a nº9.
Os conteúdos programáticos nº8 a nº13 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº1 e nº4, nº7 a nº9.
O conteúdo programático nº14 visa atingir o objetivo de aprendizagem nº1, nº5, nº7 a nº9.
O conteúdo programático nº15 visa atingir o objetivo de aprendizagem nº1, nº6, nº7 a nº9.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Método expositivo (aulas teóricas) – destinadas a organizar de forma hierárquica as noções respeitantes a cada tema e a fomentar um espírito crítico em nutrição clínica.
M2. Aulas teórico-práticas - exposição, análise e discussão dos conteúdos programáticos e de artigos científicos.
M3. Método demonstrativo e interrogativo (aulas práticas) – destinadas a consolidar os conhecimentos já adquiridos, através de uma participação ativa do aluno na discussão de casos clínicos, na resolução de exercícios práticos ou na apresentação e discussão de artigos científicos.
M4. O material didático das aulas é disponibilizado na plataforma de e-learning.
M5. Participação de convidados externos.
Avaliação
A componente teórica e teórico-prática (T e TP) têm a ponderação de 70% e a componente prática (P) tem a ponderação de 30%.
Na componente T e TP são realizados 2 testes escritos (35% cada); para avaliação da componente P é realizado um teste escrito (30%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Todos os objetivos da unidade curricular serão avaliados através de avaliação contínua.
A metodologia de ensino de aulas teóricas e aulas teórico-práticas permitirá ao estudante adquirir os conhecimentos e competências subjacentes aos objetivos de aprendizagem nº1 a nº6.
Os momentos de discussão do trabalho desenvolvido nas aulas práticas permitirão responder aos objetivos de aprendizagem nº7, nº8 e nº9.

Bibliografia:

1. Mahan, K.L. & Raymond, J.L. (2017). Krause's food & nutrition therapy: 14th ed. Philadelphia, Pa.; Edinburgh: Elsevier Saunders.
2. Insel, P., Ross, D., MacMahon, K. & Bernstein M. (2018). Discovery nutrition: 6th edition. Burlington, MA : Jones & Bartlett Learning.
Obs.: sempre que o docente considere pertinente serão discutidos artigos científicos ou outros manuais relevantes para o programa, constituíndo bibliografia aconselhada.
Obs.: whenever the teacher considers pertinent, scientific articles or other manuals with relevance to the syllabus will also be discussed which will become recommended bibliography.

Objetivos de aprendizagem:

OA1 - Adquirir conhecimentos e competências necessários para a avaliação antropométrica, da composição corporal e bioquímica de populações saudáveis.
OA2 - Adquirir competências em avaliação do estado nutricional, que para além de residirem no domínio dos conceitos e das técnicas, implicam o rigor e a conduta pessoal inerentes às medições biológicas em indivíduos.
OA3 - Realizar a avaliação do estado nutricional de forma válida e fiável.
OA4 - Desenvolver um espírito crítico e aberto à mudança e a capacidade de trabalhar em grupo.

Conteúdos programáticos:

CP1 - Antropometria: a. Uso e interpretação de indicadores antropométricos: normalidade vs. desvios à normalidade, O seu significado biológico e associação com a saúde; b. Utilidade, vantagens e limitações da antropometria na avaliação do estado nutricional; c. Indicadores antropométricos em subgrupos da população: adultos, crianças (nomeadamente curvas de crescimento) e grávidas.
CP2 - Avaliação da composição corporal - modelo dos dois, três e quatro compartimentos: a. Antropometria; b. Outros métodos de mediação da composição corporal como DEXA e bioimpedância; c. Utilidade, vantagens e limitações dos diferentes modelos e métodos.
CP3 - Avaliação bioquímica: a. Indicadores bioquímicos do estado nutricional; b. Indicadores bioquímicos para micronutrientes.
CP4 - Avaliação clínica em indivíduos saudáveis.
CP5 - Trabalho multidisciplinar e interação com outros profissionais.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 - Antropometria. Visa atingir todos os OA.
CP2 - Avaliação da composição corporal. Visa atingir todos os OA.
CP3 - Avaliação bioquímica. Visa atingir todos os OA.
CP4 - Avaliação clínica em indivíduos saudáveis. Visa atingir OA3.
CP5 - Trabalho multidisciplinar e interação com outros profissionais. Visa atingir OA4.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado aos alunos.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirão como ferramenta de ensino-aprendizagem.
M3 - Método expositivo nas aulas teóricas.
M4 - Método demonstrativo e interrogativo nas aulas práticas.
M5 - Aplicação das técnicas de avaliação do estado nutricional em grupo e análise do desempenho dos alunos.
Avaliação:
Componente teórica (80% da nota final):
• 2 provas de avaliação sumativas, ambas com ponderação de 40% da nota final;
• O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores.
Componente prática (20% da nota final):
• Desempenho na interpretação e aplicação das técnicas de avaliação;
• O aluno deverá obter classificação igual ou superior a 9,5 valores.
A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático que será disponibilizado aos alunos. Para prossecução de todos os OA.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirão como ferramenta de ensino-aprendizagem. Para prossecução de todos os OA.
M3 - Método expositivo nas aulas teóricas. Para prossecução de todos os OA.
M4 - Método demonstrativo e interrogativo nas aulas práticas. Para prossecução de todos os OA.
M5 - Aplicação das técnicas de avaliação do estado nutricional em grupo e análise do desempenho dos alunos. Para prossecução de todos os OA.
A. Aulas Teóricas
A1. Descrição: Exposição, na forma de “lectures”, dos conteúdos programáticos com base na literatura científica atual. O pensamento crítico dos alunos é incentivado, através da colocação de questões, assim como, a expressão fundamentada das suas opiniões.
A2. Objetivo: Fornecer informação e conhecimento científico para o desenvolvimento das competências da unidade curricular.
A aplicação das metodologias de ensino adotada para a componente teórica visa a aquisição e consolidação de conhecimento no domínio técnico-científico da unidade curricular, a melhoria da capacidade de aplicação dos conceitos à resolução de problemas práticos e a orientação do aluno para a aprendizagem autónoma.
B. Aulas Práticas
B1. Descrição: Interpretação e aplicação de técnicas de avaliação do estado nutricional em situação de grupo e individualmente.
B2. Objetivo: Desenvolver aprendizagens práticas, através da avaliação do estado nutricional de indivíduos saudáveis, tendo em consideração os indicadores e técnicas internacionalmente recomendadas. Incentivar a análise crítica dos resultados sustentada na literatura científica atual. Estimular hábitos de autoaprendizagem e desenvolver o espírito de trabalho em grupo/equipa.
Deste modo, a interligação e complementaridade entre as componentes desta unidade curricular proporcionam um balanço ajustado entre os princípios teóricos e a sua aplicação prática, permitindo o desenvolvimento integrado de aptidões e competências na área da Avaliação do Estado Nutricional. A abordagem dos conteúdos programáticos, articulando momentos de intervenção estruturada por parte da docente com períodos de apreciação dos alunos em torno das questões em estudo e, de trabalho individual, pretende acentuar o facto de o desenvolvimento de aptidões e competências ser um processo holístico e contínuo de aprendizagem com um forte contributo de empenho e reflexão pessoal.
Adicionalmente às horas de contacto previstas, o processo de aprendizagem pode ser orientado presencialmente pelas docentes nos seus horários de atendimento, ou utilizando as ferramentas de comunicação digital institucionais (i.e., e-mail/e-learning).

Bibliografia:

• Nieman D. Nutritional Assessment. MacGraw Hill, New York, 2019 (7th edition). ISBN10: 0078021405; ISBN13: 9780078021404
• Stewart AD et al. International standards for anthropometric assessment. The International Society for the Advancement of Kinanthropometry. Lower Hutt, New Zealand, 2011. ISBN: 0-620-36207-3.
• Silva MRG. 2015. Avaliação nutricional e composição corporal – 3ª edição. Edições Universidade Fernando Pessoa. Porto.
• Frisancho AR. Anthropometric standards: an interactive nutritional reference of body composition for children and adults. Ann Arbor, 2008. ISBN: 978-0-472-11591-4.
• Heymsfield S. Human body composition. 2nd ed. Human Kinetics, 2005. ISBN 0-7360-4655-0.
• Heyward VH, Wagner DR. Applied body composition assessment. 2nd ed. Human Kinetics, 2004. ISBN 0-7360-4630-5.
• Artigos científicos, ou outra documentação, recomendados pelas docentes com particular relevância para o programa da unidade curricular.

Objetivos de aprendizagem:

A Bioestatística, propõe-se introduzir e desenvolver o conhecimento de técnicas de análise estatística, apresentando exemplos relevantes/situações realistas para ilustrar os conceitos, e desenvolver o espírito crítico e de análise dos resultados obtidos.

Conteúdos programáticos:

Conceitos estatísticos básicos. Estatística descritiva: classificação de variáveis, distibuições de frequência, medidas de tendência central, de partição, de dispersão, de assimetria e de curtose. Correlação e Regressão linear. Variáveis aleatórias discretas e contínuas, função massa de probabilidade, densidade de probabilidade e de distribuição. Algumas distribuições de probabilidade teóricas para v.a. discretas e contínuas. Estimação por intervalo de confiança: valor médio, variância, proporção populacional, RR e OR. Dimensionamento de amostras. Ensaios de hipóteses paramétricos e não paramétricos: procedimento envolvido em ensaios de hipóteses, análise de erros, testes mais comuns.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A bioestatística funciona como ferramenta auxiliar da investigação científica em saúde; Os conteúdos programáticos selecionados são os de análise de dados base exploratória e de inferência de qualquer investigação quantitativa.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Recorre-se a uma metodologia expositiva, descritiva e demonstrativa, recorrendo à resolução de problemas e ao estudo orientado, de modo a introduzir os conhecimentos e as técnicas e a facilitar a compreensão e a aplicação dos métodos fundamentais no âmbito da estatística descritiva e da inferência estatística.
Avaliação periódica com 2 testes. A avaliação final desta unidade curricular será expressa através de uma classificação na escala numérica inteira de 0 a 20 com a ponderação de 50% para cada prova.
A falta de comparência a uma prova de avaliação implica a não atribuição dos ECTS da unidade curricular, ie, a ida a exame. A percentagem mínima de frequência nas aulas teóricas e teórico-práticas desta unidade curricular é a mínima exigida segundo o regime das horas de contacto de ensino que constam do Regulamento Pedagógico em vigor na UFP.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Aulas privilegiam os métodos activos e participativos, com vista a uma aplicação prática crítica dos conteúdos abordados nas aulas. A leitura crítica de artigos, com foco na secção de materiais e métodos e na de resultados, permite perceber como se escreve sobre os métodos de análise de dados e como se vê o resultado desses métodos aplicados aos dados.

Bibliografia:

[1] DANIEL, WW; Cross, CL. Biostatistics: A Foundation for Analysis in the Health Sciences, 11th ed., John Wiley and Sons, 2018.
[2] DAWSON, B; Trapp, RG. Basic & Clinical Biostatistics, 4th ed., McGraw-Hill, 2004. [DAWSON, B; Trapp, RG. Bioestatística Básica e Clínica, 3ª ed., McGraw-Hill, 2003.]
[3] Gouveia de Oliveira, A. Bioestatística Descodificada. 2ª edição, LIDEL, 2014.

Objetivos de aprendizagem:

Conhecimento: Esta unidade consistirá numa abordagem abrangente das bases fisiológicas do Sistema Imunológico, da sua composição celular, humoral e orgânica: reconhecimento imunitário, diferenciação e cooperação entre células imunologicamente activas e sistemas imuno-efectores. Os desvios a este equilíbrio homeostático serão estudados, como os mecanismos subjacentes às patologias relacionadas com o Sistema Imunológico. Será importante o reconhecimento da nutrição como um dos factores associados também a desequilíbrios no sistema imunológico e a sua interacção com a resposta imune, nomeadamente na resposta inflamatória e na modulação do microbiota intestinal.
Competências e Aptidões: Proporcionar as competências práticas para desenhar, executar, interpretar e validar resultados laboratoriais na área da Imunologia clínica e de investigação científica na área da Nutrição

Conteúdos programáticos:

Programa Teórico: Noções Gerais do Sistema Imunológico (SI) : Resposta de Fase Aguda e Inflamação; linfócitos T e B: maturação , activação e diferenciação; Populações T e B; imunoglobulinas; Células apresentadoras de antigénio (APC) e células dendríticas; MHC –- funções, estrutura e modulação; Citoquinas : actuação e funções principais; Visão integrada do SI; Resposta à infeção; Imunização – passiva e activa; Imunodeficiências I e II; Hipersensibilidades; Tumores; Tolerância e Autoimunidade;
Programa prático: Culturas celulares e de técnicas de separação celular;anticorpos como ferramentas de diagnóstico laboratorial; técnicas de diagnóstico citológico e serológicas; Separação de células mononucleares de sangue periférico e contagem celular; imunofluorescência; Imunocitoquimica; ELISA indirecta e detecção de anticorpos; separação de proteínas plasmáticas;Citometria de Fluxo; diagnóstico de patologias associadas a défices nutricionais

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Com este programa pretende-se que o aluno se familiarize com os conceitos básicos, anatómicos e funcionais do sistema Imunitário envolvidos na resposta imune: células e órgãos. O aluno deve ser capaz, progressivamente, de ir sistematizando estes conceitos e reconhecendo as propriedades básicas dos antigénios e dos seus receptores, e como ser capaz de manipular /modular esta resposta imune. Será capaz de compreender a variedade de respostas imunológicas e as imunopatologias associadas: imunodeficiências, hipersensibilidades, tumores, autoimunidade e transplantes. Em paralelo com a apresentação global destes conceitos, de um ponto de vista prático o aluno deverá ser também capaz de entender as técnicas básicas de diagnóstico imunológico e de avaliação da resposta imune, importantes para o diagnostico de variadas patologias. Devem também ser capazes de integrar o conhecimento em Nutrição com o seu impacto na reposta imune, através da análise de artigos científicos recentes.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Aulas Teóricas: As aulas teóricas cobrirão a totalidade do conteúdo programático, recorrendo ao método expositivo. Durante as sessões teóricas será incentivada a participação dos alunos relacionando os conceitos a apresentar com aspectos éticos e aspectos práticos da vida profissional futura; será realizada a transmissão dos conhecimentos teóricos constantes do programa, de modo progressivo e encadeado. Nas Aulas Práticas Laboratoriais: Serão realizados trabalhos especializados de estudo imunológico com o objectivo de desenvolver competências laboratoriais específicas de um laboratório de Imunologia; Sistema avaliação: O sistema de avaliação a utilizar será o constante do regulamento pedagógico em vigor: 80% da nota final resultante da avaliação da componente teórica (média ponderada de 2 avaliações escritas); 20% nota final atribuída pela avaliação da componente prática (apresentação de um "paper" científico- 60%, Teste teórico-prático-30% e participação laboratorial-10%)

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Componente teórica: O aluno e a docente irão discutir a informação contida no livro de texto adoptado, e os conceitos transmitidos; serão colocadas questões curtas e feita a avaliação do progresso dos alunos com o recurso a testes. As aulas serão apoiadas por períodos de atendimento individual e sessões tutoriais que irão acompanhar o aluno de acordo com as suas necessidades individuais
Componente Pratica: O aluno deverá ser capaz de se adaptar ao ambiente laboratorial e aos equipamentos utilizados nas variadas técnicas de diagnóstico imunológico; deve ser capaz de responder a questões básicas de avaliação contínua de prática laboratorial e desenvolver técnicas de presentação oral de trabalhos científicos, nomeadamente na sua área; o aluno deve ser capaz de analisar a literatura científica recente e de explicar a importância da investigação no contexto da disciplina

Bibliografia:

1. Arosa,F.A., Cardoso,E.M. Pacheco, F.C. (2012) “Fundamentos de Imunologia” 2ºed., Lidel, Edições Técnicas Lda, Lisboa.
2. Abbas, A.K., Lichtman A.H., Pillai, S. (2017) “Cellular and Molecular Immunology”, 9th ed., Saunders – Elsevier, Philadelphia.
3. Goldsby,R.A, Kindt, T.J., Osborne, B. A. ( 2001) “Kuby Immunology”, 4º ed., Freeman and Company, New York.
4. Parslow, T.G., Stites, D.P., Terr, A.I. , Imboden, J.B. ( 2001) “Medical Immunology”, 10º ed., Lange Medical Book/ McGraw-Hill, USA

Objetivos de aprendizagem:

A presente unidade curricular tem como objetivos de aprendizagem:
1. Descrever o papel dos microrganismos nos alimentos;
2. Identificar as potenciais fontes de contaminação microbiana dos alimentos e os fatores que afetam o seu crescimento;
3. Compreender os efeitos da interação entre microrganismos e os vários tipos de alimentos.
4. Executar técnicas de pesquisa e contagem de microrganismos em alimentos;
5. Descrever de forma integrada a etiologia, a patogénese, a epidemiologia e o diagnóstico das infeções transmitidas por alimentos.
Assim, pretende-se a aquisição de competências no que se refere à microbiologia alimentar e às doenças infeciosas de origem bacteriana, fúngica, vírica e/ou parasitária transmitidas por alimentos e com relevância clínica para o Homem, nomeadamente à sua etiologia, epidemiologia, patogénese, diagnóstico, prevenção e tratamento. Será também contextualizada a problemática da resistência microbiana a múltiplos antibióticos.

Conteúdos programáticos:

AULAS TEÓRICAS
Importância do estudo da microbiologia alimentar e suas aplicações nas Ciências da Nutrição.
Fatores que afetam o crescimento de microrganismos nos alimentos.
Microbiologia de vários tipos de alimentos: fontes de contaminação, microrganismos deterioradores e patogénicos.
Conceitos fundamentais em doenças infeciosas.
Estudo das principais doenças de origem microbiana transmitidas por alimentos: etiologia, patogénese, diagnóstico, prevenção e tratamento.
Infeções associadas a cuidados de saúde (IACS). Agentes e medidas de prevenção.
AULAS LABORATORIAIS
Regras gerais da análise microbiológica de alimentos. Colheita e preparação de amostras alimentares.
Métodos de contagem e pesquisa de microrganismos em alimentos.
Diagnóstico laboratorial de doenças de origem microbiana transmitidas por alimentos.
Processamento da amostra clínica. Identificação de agentes etiológicos (métodos clássicos e moleculares).
Investigação de surtos de origem alimentar.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos, centrados numa componente científica e laboratorial avançada no que se refere à microbiologia alimentar e à etiologia, patogénese, diagnóstico e tratamento de doenças de origem microbiana, com relevância clínica para o Homem, transmitidas por alimentos, estão totalmente de acordo com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular, uma vez que permitem ao estudante uma ampla aquisição, integração e aplicação, de forma gradual e orientada, dos diversos conceitos, conhecimentos e metodologias fundamentais e específicos em Microbiologia Aplicada. A carga horária de cada um dos conteúdos está também adequada à aquisição dos conhecimentos e competências pelo estudante. Desta forma, o estudante deverá ser capaz de atingir os objetivos de aprendizagem definidos anteriormente.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Forma de execução pedagógica das aulas teóricas: exposição dos conceitos teóricos relevantes em sala de aula, aplicação prática de conceitos (incluindo resolução de casos clínicos e problemas epidemiológicos reais), orientação do estudo autónomo do estudante por consulta da bibliografia recomendada. Debate sobre temas relevantes relacionados com o programa.
Forma de execução pedagógica das aulas laboratoriais: preparação, execução e discussão de resultados dos protocolos laboratoriais previstos que reforçam a aprendizagem teórica.
A avaliação segue o determinado na Normativa Académica de funcionamento das Licenciaturas e Mestrados Integrados da UFP.
Avaliação contínua [incluindo: i) duas provas de avaliação teórica escritas (componente teórica) (80%); ii) duas provas de avaliação prático-laboratoriais (componente prático-laboratorial) (20%)].

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As metodologias de ensino (exposição teórica, debate, aplicação prática de conceitos e orientação do estudo autónomo e do trabalho laboratorial) estão totalmente de acordo com os objetivos da unidade curricular, uma vez que permitem uma aquisição, reflexão crítica, integração e aplicação graduais dos conhecimentos técnico-científicos. A carga horária de cada um dos conteúdos está também adequada ao cumprimento dos objectivos pretendidos.
A manipulação de alimentos e de amostras clínicas em ambiente laboratorial com a finalidade de identificar e caracterizar espécies de microrganismos (bactérias, fungos, vírus, parasitas) causadoras de infeção e/ou outras doenças de origem microbiana transmitidas por alimentos, reforça os conhecimentos adquiridos sobre os tópicos da componente teórica, através da experimentação científica, e reforça a aquisição de competências.
A constante interação entre o docente e o estudante nas aulas de exposição, nas aulas laboratoriais e em períodos de atendimento individual (em que o acompanhamento do estudante é feito de acordo com as suas necessidades e características individuais), permitirão a adequação do estudante aos objetivos propostos.
As provas de avaliação serão importantes para avaliar o conhecimento e competências técnico-científicas individuais, permitindo confirmar o cumprimento dos objetivos propostos. A resolução de casos clínicos, o aprofundamento de conhecimentos através de pesquisa ou a aplicação de conhecimentos adquiridos a situações já conhecidas, contribuirão para estimular a curiosidade científica, a reflexão e o espírito crítico, e a integração de conhecimentos, permitindo ainda melhorar a autonomia ao nível da pesquisa bibliográfica e gestão de referências e aperfeiçoar competências de comunicação científica.
As competências adquiridas inserem-se em três dos oito domínios de competências base a adquirir na formação académica para a prática profissional do Nutricionista em Portugal (“Referencial para a Formação Académica do Nutricionista” da Ordem dos Nutricionistas, 2016):
- Domínio A – “Aplicar os conhecimentos das ciências naturais, ciências da saúde, ciências sociais e tecnologia alimentar e relacioná-las com as ciências da nutrição e alimentação”;
- Domínio B – “Aplicar, compreender e escolher métodos de recolha e interpretação de informação sobre o estado nutricional e as interações entre alimentação, saúde e doença”;
- Domínio C - “Aplicar métodos de análise física, química, nutricional, microbiológica e sensorial dos alimentos”; “Implementar normas e procedimentos de segurança e qualidade alimentar”.

Bibliografia:

(1) Doyle, M. P., Diez-Gonzalez, F., Hill, C. Food Microbiology: Fundamentals and Frontiers (5th edition). ASM Press, 2019.
(2) Ray B, Bhunia A. Fundamental Food Microbiology. 5th ed. CRC Press; 2013.
(3) Barroso, H., Meliço-Silvestre, A., Taveira, N. Microbiologia Médica. Lidel, 2014.
(4) Jorgensen, J. H., Pfaller, M. A., Carroll, K. C., Funke, G., Landry, M. L., Richter, S. S., Warnock, D. W. Manual of Clinical Microbiology (11th edition). ASM Press, 2015.
(5) Bhunia, A. Foodborne Microbial Pathogens: Mechanisms and Pathogenesis (2nd edition). Springer-Verlag New York, 2018.
Bibliografia Suplementar:
(6) Sousa, J.C., Machado, E., Novais, C., Peixe, L., Amorim, J., Monteiro, N. Antibióticos – Volume I. Edições Universidade Fernando Pessoa, 2016.
(7) Adams MR, Moss MO. Food microbiology. 2nd ed. Cambridge: RSC Publishing; 2000.
(8) Tille, P. Bailey & Scott's Diagnostic Microbiology (13th edition). Mosby, 2014.
(9) Artigos científicos atuais.

Objetivos de aprendizagem:

Nesta UC pretende-se fomentar, de forma contínua e sustentada, o alcance dos seguintes objetivos:
• Desenvolver nos alunos o conhecimento e a capacidade de utilizar instrumentos em Saúde, a nível populacional.
• Potenciar nos alunos o reconhecimento das áreas de atuação da saúde pública que envolvam direta ou indiretamente a alimentação.
• Fornecer aos alunos conhecimentos sobre os problemas contemporâneos de Saúde Pública a nível nacional e internacional e de estratégias/programas na área da Nutrição que estão a ser desenvolvidos para os combater.
• Desenvolver nos alunos competências para o desenvolvimento de estratégias de intervenção comunitária no âmbito da Nutrição, adaptadas a diferentes públicos-alvo e contextos de atuação.

Conteúdos programáticos:

- História, conceitos e princípios em Saúde e Saúde Pública.
- Planeamento de uma investigação em Saúde.
- Índices e Indicadores em Saúde Pública
- Problemas contemporâneos em Saúde Pública
- Educação alimentar e promoção da saúde

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Com o intuito de alcançar os objetivos de aprendizagem enunciados, dos quais de destaca a capacidade para desenvolver e implementar um programa comunitário de Nutrição, os conteúdos programáticos focam as fases-chave dos programas de intervenção comunitária, permitindo aos alunos realizar em grupo vários exercícios neste âmbito e ir para o terreno implementar o programa. Serão também identificados os vários indicadores de Saúde Pública disponíveis, bem como os principais problemas contemporâneos de Saúde Pública, o que permitirá aos alunos identificar e interpretar dados a este nível, essenciais para uma atuação concertada em Saúde Pública.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

As sessões são teóricas baseadas no método expositivo oral (recurso a datashow), com inclusão de exemplos práticos e realização de trabalhos de grupo em aula, sempre que aplicável, e de um trabalho de campo.
Os conhecimentos serão avaliados de forma contínua e periódica, através das seguintes modalidades:
• Três momentos de avaliação, com as seguintes ponderações:
- 1 frequência (30% nota final=6 valores)
- 1 frequência (30% nota final=6 valores)
- 1 trabalho de campo (30% nota final=6 valores: 20% trabalho escrito e 10% apresentação oral)
• Parâmetros como a assiduidade, participação, interesse e atitude nas aulas, com a seguinte ponderação:
- Assiduidade, participação, interesse e atitude (10%=2 valores)

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A metodologia de ensino conjuga o método expositivo oral, essencial para a aquisição de conhecimentos base estruturantes sobre as fases-chave dos programas de intervenção comunitária e os atuais problemas de Saúde Pública, e os trabalhos práticos de grupo, em aula e no terreno (de campo), essenciais para colocar em prática estes conhecimentos e desenvolver as diferentes fases dos programas de intervenção comunitária, sob uma perspetiva prática.

Bibliografia:

- Lluís Serra Majem, Javier Aranceta Bartrina. Nutrición Y Salud Pública. Métodos, bases científicas y aplicaciones. Elsevier Masson; 2006.
- M. J. Gibney, B. M. Margetts, J. M. Kearney and L. Arab (editors). Public Health Nutrition. Oxford: Blackwell Science 2004.
- Willett WC editors. Nutritional Epidemiology. New York: Oxford University Press; 1998.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

OA1 - Adquirir conhecimentos e competências necessários para a avaliação antropométrica e da composição corporal de populações não saudáveis ou com caraterísticas especiais.
OA2 - Adquirir conhecimentos e competências necessários para a avaliação do estado nutricional na prática clínica, especificamente a desnutrição hospitalar.
OA3 - Desenvolver espírito crítico e aberto à mudança e capacidade de trabalhar em grupo.

Conteúdos programáticos:

CP1 - Avaliação antropométrica e da composição corporal: Uso e interpretação de indicadores antropométricos; Indicadores antropométricos em subgrupos da população: indivíduos hospitalizados, obesos e com mobilidade reduzida (idosos, amputados, anões); Avaliação da composição corporal em subgrupos da população: antropometria, bioimpedância e DEXA.
CP2 - Avaliação do estado nutricional na prática clínica (desnutrição hospitalar): Indicadores clínicos; Indicadores funcionais; Indicadores bioquímicos; O exame físico centrado na nutrição; Indicadores antropométricos e da composição corporal; Ferramentas de rastreio e de diagnóstico da desnutrição.
CP3 - Realização de um trabalho de grupo.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 - Avaliação antropométrica e da composição corporal. Visa atingir OA1 e OA3.
CP2 - Avaliação do estado nutricional na prática clínica (desnutrição hospitalar). Visa atingir OA2 e OA3.
CP3 - Realização de um trabalho de grupo. Visa atingir OA3.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas.
M3 - Método demonstrativo e interrogativo nas aulas práticas.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
Avaliação:
Componente teórica (80% da nota final):
• 2 provas de avaliação sumativas, ambas com ponderação de 30% da nota final;
• Apresentação de um trabalho de grupo com ponderação de 20% da nota final.
• O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores.
Componente prática (20% da nota final):
• 1 prova prática de avaliação sumativa;
• O aluno deverá obter classificação igual ou superior a 9,5 valores.
A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (materiais de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos. Para a prossecução de todos OA.
M2 - Método expositivo nas aulas teóricas. Para a prossecução de todos os OA.
M3 - Método demonstrativo e interrogativo nas aulas práticas. Para a prossecução de todos os OA.
M4 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. Para a prossecução de todos os OA.
Aulas teóricas (método expositivo): a componente teórica tem por base a exposição das matérias. Pretende-se também fomentar um espírito crítico em avaliação do estado nutricional. As aula teóricas serão ainda utilizadas para a apresentação de pequenos seminários sobre temas atuais e importantes no âmbito da unidade curricular.
Aulas práticas (método demonstrativo e interrogativo): os estudantes serão convidados a contribuir. Com atividades “hands-on” e intenso trabalho laboratorial será efetuado treino de manipulação do equipamento, de reconhecimento de sinais e de sintomas de alterações do estado nutricional e de opção pelas metodologias mais apropriadas. Pretende-se sempre que impere o método ativo e interrogativo, no sentido de desenvolver o espírito crítico em torno dos conteúdos programáticos.

Bibliografia:

• Nieman D. Nutritional Assessment. MacGraw Hill, New York, 2019 (7th edition). ISBN13: 9780078021404
• Stewart AD et al. International standards for anthropometric assessment. The International Society for the Advancement of Kinanthropometry. Lower Hutt, New Zealand, 2011
• Silva MRG. 2015. Avaliação nutricional e composição corporal – 3ª edição. Edições Universidade Fernando Pessoa. Porto. ISBN 978-989-643-134-1.
• Nestle Nutrition Institute. MNA Mini Nutritional Assessment. 2009. URL: http://www.mna-elderly.com/forms/mini/mna_mini_portuguese.pdf
• Malnutrition Action Group (MAG). THE ‘MUST’ EXPLANATORY BOOKLET. Redditch, UK: BAPEN, 2011. URL: http://www.bapen.org.uk/pdfs/must/must_explan.pdf
• Artigos científicos, ou outra documentação, recomendados pelas docentes com particular relevância para o programa da unidade curricular, passando assim os mesmos a constituírem também bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

O1. Conhecimento da composição/análise química dos alimentos.
O2. Avaliar métodos de conservação de produtos alimentares atendendo à composição química/nutricional.
O3. Conhecimento do produto alimentar como um todo multidisciplinar, na vertente química, microbiológica e toxicológico.
O4. Conhecer as reações químicas entre os elementos de cada ingrediente ou mistura de ingredientes quando sujeitos a determinados processamentos.
O5. Conhecimento laboratorial dos métodos analíticos e ensaios de controlo de qualidade em produtos alimentares.
O6. Identificar os problemas ao longo de uma análise bromatológica: procedimento analítico, cálculos e resultados.
O7. Escolha da técnica fiável e económica para análise de um determinado nutriente ou componente, considerando a natureza do alimento.
O8. Relacionar os resultados das análises químicas alimentares com o determinado pela legislação, rotulagem e distribuição.

Conteúdos programáticos:

COMPONENTE TEÓRICA
CP1. Introdução à Bromatologia.
CP2. Composição global dos alimentos.
CP2.1. Constituintes desejáveis: Água; Hidratos de carbono; Lípidos; Proteínas e enzimas alimentares; Vitaminas e sais minerais.
CP2.2. Constituintes indesejáveis: Antinutrientes; Contaminantes.
CP3. Aditivos alimentares.
CP4. Controlo de qualidade alimentar.
CP5.Embalagens e materias de embalagem e métodos de conservação
CP6. Rotulagem alimentar
CP7. Legislação e marketing alimentar no âmbito de controlo alimentar
COMPONENTE LABORATORIAL
CP8. Análise global de uma refeição (humidade; cinzas; gordura total; azoto total; açúcares totais).
CP9. Ensaios de controlo analítico de diversos produtos alimentares: Ensaios de controlo analítico do leite. Ensaios de controlo analítico do azeite. Ensaios de controlo analítico do vinho.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir O1
CP2 (CP2.1 e CP2.2) visa atingir O1, O2, O3
CP3 visa atingir O3, O4
CP4 visa atingir O2, O3, O4
CP5 visa atingir O1, O2, O3, O4
CP6 visa atingir O1, O2, O3, O8
CP7 visa atingir O1, O2, O3, O4, O8
CP8 visa atingir O1, O5, O6, O7, O8
CP9 visa atingir O5, O6, O7, O8

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. As aulas teóricas são ministradas presencialmente e/ou à distância, com recurso a Power Point. Via Data Show.
M2. Associação das matérias ministradas e curiosidades sobre o tema com a componente prática, permitindo despertar o espírito crítico dos alunos.
M3. Execução de determinações analíticas (através de protocolos experimentais facultados) relevantes para o conhecimento do aluno.
M4. Uso da plataforma de e-learning para armazenar material didático teórico, prático e bibliografia adicional, e disponibilizado ao aluno.
Avaliação
Componente teórica (80%) (4ECTS): Dois testes de avaliação sumativa, 2 H (50% cada da classificação final).
Componente laboratorial (20%) (1ECTS): Um teste de avaliação sumativa, 2 h (90% da classificação final) + execução dos protocolos experimentais e conhecimentos adquiridos (10%).
O aluno só se considera "Aprovado" quando a nota final de ambas as componentes (teórica e prática) for igual ou superior a 9,5 valores.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1. As aulas teóricas são ministradas presencialmente e/ou à distância, com recurso a Power Point. Via Data Show.
M2. Associação das matérias ministradas e curiosidades sobre o tema com a componente prática, permitindo despertar o espírito crítico dos alunos: Objetivos O1, O2, O3, O4, O8.
M3. Execução de determinações analíticas (através de protocolos experimentais facultados) relevantes para o conhecimento do aluno: Objetivos O3, O5, O6, O7, O8
M4. Uso da plataforma de e-learning para armazenar material didático teórico, prático e bibliografia adicional, e disponibilizado ao aluno: Objetivos O3,O8.

Bibliografia:

1. Vinha, A.F., Sousa, C., Oliveira, M.B.P.P. Food waste and by-products recovery: nutraceutical and health potential of carotenoids as natural pigments. 1st Ed., Lambert Academic Publishing, Mauritius. 2020. ISBN: 978-620-2-67242-9
2. Maia, M., Sousa, C., Vinha, A.F. Propriedades biológicas das sementes do mamão (Carica papaya L.). 1st Ed., Novas Edições Acadêmicas, Berlim. 2019. ISBN: 978-613-9-74746-7
3. Sousa, C., Vinha, A.F., Nunes, A. Desperdícios da vinicultura: potenciais aplicações e sustentabilidade. 1st Ed., Novas Edições Acadêmicas, Berlim. 2017. ISBN: 978-613-9-74746-7
4. Picó, Y. Chemical Analysis of Food: Techniques and Applications. 1st Ed., Academic Press, Elsevier, USA. 2012. ISBN: 978-0-12-384862-8
5. Srinivasan, D., Kirk, L., Parkin, O.R. Fennema's food chemistry. 5th Ed., Apple Academic Press Inc. Canada. 2012. ISBN: 1482208121

Objetivos de aprendizagem:

(i) Compreender o contexto ético-cultural no qual os estudantes estão enquadrados.
(ii) Saber aplicar os conhecimentos ético-deontológicos adquiridos, de forma a evidenciar uma abordagem profissional ética ao trabalho desenvolvido na sua área da nutrição;
(iii) Saber recolher, selecionar e interpretar a informação relevante, particularmente na sua área de formação, que os habilite a fundamentarem eticamente as soluções que preconizam e os juízos que emitem;
(iv) Reconhecer, compreender e discutir os princípios de deontologia profissional do especialista em Ciências da Nutrição;
(v) Saber resolver problemas ético-deontológicos no âmbito da sua área de formação e saber construir e fundamentar a sua própria argumentação ético-deontológica.

Conteúdos programáticos:

1ª Unidade - Conceitos fundamentais para o desenvolvimento do raciocínio ético: 1.1. Definições de ética, deontologia e moral.1.2 A regra de ouro da ética. 1.3. Comunicação e humanização. 2. Os quatro princípios prima facie: 2.1. Beneficência; 2.2.Não-maleficência; 2.3. Autonomia; 2.4. Justiça.
2ª Unidade (Deontologia profissional) - Princípios deontológicos em Ciências da Nutrição: 2.1. A Ordem dos Nutricionistas em Portugal e Código deontológico. 2.2. Estruturas internacionais. 2.3. Casos práticos em Ciências da Nutrição, nomeadamente nas áreas da Nutrição Clínica, Nutrição Comunitária e Restauração Coletiva.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Un. 1 - Os conteúdos programáticos privilegiam o aprofundamento de matérias teóricas específicas da ética e da bioética, permitindo, deste modo atingir os objetivos da unidade curricular, isto é: integrar conhecimentos, competências e capacidades para uma atuação ética.
Un. 2 - Os conteúdos programáticos 2.1., 2.2. e 2.3. visam atingir os objetivos delineados para esta UC e identificados de (i) a (v).

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A metodologia de ensino incluirá exposição teórica, pesquisa, leitura de bibliografia específica bem como debates temáticos e reflexões críticas. A avaliação será periódica, baseando-se na realização de duas provas escritas (a primeira, de índole teórica, correspondendo aos conteúdos da primeira unidade e a segunda, de índole teórico-prática, consistindo na resolução de pelo menos um dilema). A nota final basear-se-á na média simples das duas provas escritas (50% + 50%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Unidade 1- Exposição teórica dos conceitos de ética, deontologia e moral, bem como da relação e diferença entre todos eles. Abordagem teórica da necessidade de empatia com o sofrimento dos outros. Exposição teórica sobre os quatro princípios prima facie. Exercício teórico de consolidação dos conhecimentos adquiridos na unidade 1.
Unidade 2 - Para atingir os objetivos de aprendizagem de forma integrada, a exposição teórica relativa ao Código Deontológico é combinada com o exercício individual em grupo (que inclui debate, pesquisa e reflexão), com vista à resolução de dilemas.

Bibliografia:

Motta, O.J.R. e Paulo, A.J.S. (2020). Bioética E O Principialismo de Beauchamp e Childress: Noções, Reflexões E Críticas. Braz. J. Hea. Ver 3 (2) 2436-2448.
Rates& Lins(2021)Fil.da educação e desenv. da pes. humana por meio da const. de conceitos éticos.Rev.Programa de Ed.13(30) 409-425Zanon, A. (2020). O princípio da alteridade de Lévinas como fundamento para a responsabilidade ética. Perseitas, 8. pp. 75-103.
Ordem dos Nutricionistas (s/d). https://www.ordemdosnutricionistas.pt
Artigos científicos, ou outra documentação, recomendados pelas docentes com particular relevância para o programa da unidade curricular, passando assim os mesmos a constituírem também bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Compreender os processos patológicos específicos relativos aos diferentes sistemas de órgãos, envolvendo a etiologia e a patogénese.
OA2. Compreender as alterações morfológicas provocadas pelas diferentes patologias, bem como os distúrbios funcionais e o significado clínico.
OA3. Conhecer as recomendações para a terapêutica dietética e cuidados nutricionais para cada uma das patologias estudadas.
OA4. Aplicar o esquema terapêutico e de intervenção nutricional adequado a cada uma das patologias estudadas.
OA5. Analisar informação.
OA6. Trabalhar com espírito crítico e na resolução de problemas.

Conteúdos programáticos:

CP1. Obesidade: etiopatogenia, terapêutica farmacológica, terapêutica dietética e cirúrgica; síndrome metabólica.
CP2. Diabetes mellitus: etiopatogenia, terapêutica dietética e farmacológica.
CP3. Doenças do comportamento alimentar: critérios de diagnóstico, complicações, objetivos do tratamento.
CP4. Desnutrição e emagrecimento: etiopatogenia; particularidades do doente idoso; intervenção nutricional.
CP5. Displipidemias: etiopatogenia, terapêutica farmacológica e dietética.
CP6. Hipertensão arterial: etiopatogenia, terapêutica farmacológica e dietética.
CP7. Doenças cardiovasculares: etiopatogenia, complicações, intervenção nutricional.
CP8. Doenças do aparelho digestivo: etiopatogenia, intervenção nutricional.
CP9: Resolução e discussão de casos clínicos relacionados com cada uma das patologias estudadas.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos nº1 a nº8 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº1 a nº5.
O conteúdo programático nº9 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº4, nº5 e nº6.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Método expositivo (aulas teóricas) – destinadas a organizar de forma hierárquica as noções respeitantes a cada tema e a fomentar um espírito crítico em nutrição clínica.
M2. Aulas teórico-práticas - exposição, análise e discussão dos conteúdos programáticos.
M2. Método demonstrativo e interrogativo (aulas práticas) – destinadas a consolidar os conhecimentos já adquiridos, através de uma participação ativa do aluno na discussão e apresentação de casos clínicos, na resolução de exercícios práticos ou na discussão de artigos científicos.
M3. O material didático das aulas é disponibilizado na plataforma de e-learning.
Avaliação
As componentes teórica e teórico-prática (T e TP) têm a ponderação de 60% e a componente prática (PL) tem a ponderação de 40%.
Para a avaliação da componente T e TP serão realizados 2 testes escritos (30% cada); para avaliação da componente PL serão realizados dois testes escritos (20% cada).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Todos os objetivos da unidade curricular serão avaliados através de avaliação contínua.
A metodologia de ensino de aulas teóricas e aulas teórico-práticas permitirá ao estudante adquirir os conhecimentos e competências subjacentes aos objetivos de aprendizagem nº1 a nº6.
Os momentos de discussão do trabalho desenvolvido nas aulas práticas permitirão responder aos objetivos de aprendizagem nº4 e nº5, nº6.

Bibliografia:

1. Fauci, A. S. (2009). Harrison's principles of internal medicine: 17th ed. New York: McGraw-Hill Medical. ISBN: 9780071466332.
2. Kumar, V., Abbas, A. K., & Aster, J. C. (2015). Robbins and Cotran pathologic basis of disease: 9th edition. Philadelphia, PA: Elsevier/Saunders. ISBN: 9780808924500.
3. Mahan ,K.L. & Raymond, J.L. (2017). Krause's food & nutrition therapy: 14th ed. Philadelphia, Pa.; Edinburgh: Elsevier Saunders. ISBN: 9780323340755.
4. Ross, A. C., Caballero, B. H., Cousins, R. J., Tucker, K. L. & Ziegler, T. R. (2012). Modern nutrition in health and disease: 11th ed. Wolters Kluwer Health Adis. ISBN: 9781605474618.
Obs.: sempre que o docente considere pertinente serão discutidos artigos científicos ou outros manuais relevantes para o programa, constituíndo bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

OA1- Compreender o papel da epidemiologia na prática clínica e na saúde pública e das medidas profiláticas, a nível individual e coletivo;
OA2- Descrever as medidas de saúde e doença, saber calculá-las e aplicá-las de forma correta;
OA3- Descrever os principais desenhos epidemiológicos, indicar a sua correta aplicabilidade e interpretar seus resultados. Saber diferenciar na prática os principais desenhos epidemiológicos;
OA4- Conhecer os passos de uma investigação epidemiológica. Diferenciar os tipos de erros mais comuns; compreender o conceito de validade dos dados; explicar o conceito de variável de confusão. Reconhecer os erros mais comuns em estudos epidemiológicos;
OA5- Definir os conceitos e as aplicações mais comuns de associação estatística e de causalidade. Compreender o significado dos diferentes postulados no estudo da causalidade;
OA6- Descrever as características de um programa de deteção precoce. Estimar os principais índices de provas diagnósticas e de deteção precoce.

Conteúdos programáticos:

CP1. Importância da epidemiologia na saúde. História e conceito. Objetivos e usos da epidemiologia. História natural da doença. Profilaxia e medidas profiláticas. Epidemiologia na prática clínica e na saúde pública.
CP2. Medir saúde e doença: medidas de frequência (prevalências; probabilidade de incidência e taxa de incidência); medidas de associação (OR, RR e r).
CP3. Tipologia de investigação epidemiológica: Estudos experimentais, quase-experimentais e observacionais (descritivos e analíticos). Atuação profissional baseada na prova científica (evidência).
CP4. Planeamento dos estudos - alguns desafios: erros sistemáticos; erros aleatórios; confundimento. Validade da informação.
CP5. Inferência causal. Modelos e critérios de causalidade.
CP6. Introdução à epidemiologia clínica. Diagnóstico e provas de diagnóstico: características operacionais do teste e valores preditivos positivo e negativo. Rastreio: definição e critérios.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1. Importância da epidemiologia e da profilaxia na saúde.
Visa atingir OA1
CP2. Medir saúde e doença.
Visa atingir OA2
CP3. Tipologia de investigação epidemiológica.
Visa atingir OA3
CP4. Planeamento dos estudos.
Visa atingir OA4
CP5. Inferência causal.
Visa atingir OA5
CP6. Introdução à epidemiologia clínica.
Visa atingir OA6

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (textos de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirá como ferramenta de ensino-aprendizagem.
M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa.
M4 - Desenvolvimento de atividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pró-ativo.
Avaliação
Será constituída por 2 provas de avaliação sumativas, com ambas as componentes (T+TP, de igual ponderação). A primeira avaliação terá uma ponderação de 60% e a segunda avaliação uma ponderação de 40% da nota final. O aluno deverá obter média final igual ou superior a 9,5 valores. A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1 - Utilização da plataforma de e-learning para armazenar material didático (textos de apoio desenvolvidos pelo docente, artigos científicos ou outros de utilização livre e fichas de trabalho) que será disponibilizado aos alunos. Para a prossecução de todos os objetivos.
M2 - O material disponibilizado servirá de apoio para os estudos baseados em problemas que se introduzirá como ferramenta de ensino-aprendizagem. Para a prossecução dos OA2, OA3 e OA6
M3 - Atividades de pesquisa autónoma que serão baseadas em questões de desenvolvimento e pesquisa. Para a prossecução dos OA1, OA4, OA5
M4 - Desenvolvimento de atividades de síntese dos conteúdos básicos, após exposição oral, onde os alunos terão um envolvimento pró-ativo. Para a prossecução de todos os objetivos.
A. Aulas Teóricas
A.1. Descrição: Exposição de forma atualizada, descritiva e organizativa (tipo “lectures”) apoiada em bibliografia (“material de estímulo”) sobre conceitos, teorias e postulados que estão na base dos conteúdos programáticos. Os alunos são convidados a responder a questões, a expressarem e fundamentarem a sua opinião e a contribuir, sendo a sua criatividade estimulada.
A.2. Objetivo: Fornecimento de conhecimentos para o desenvolvimento das competências da unidade curricular.
A aplicação das metodologias de ensino adotada para a componente teórica visa a aquisição e consolidação de conhecimento no domínio técnico-científico da unidade curricular, a melhoria da capacidade de aplicação dos conceitos à resolução de problemas práticos e a orientação do aluno para a aprendizagem autónoma.
B. Aulas Teórico-Práticas
B.1. Descrição: Combinam a dimensão teórica com a dimensão empírica no sentido de conjugar, sempre que possível, as conceções teóricas com a aplicabilidade prática.
B.2. Objetivo: Desenvolver aprendizagens contextualizadas em torno de questões fulcrais.
A aplicação das metodologias de ensino adotadas para a componente teórico-prática visa melhorar especificamente a capacidade de resolução de problemas, o treino dos cálculos implícitos e a identificação dos conceitos em cenário real. Adicionalmente, pretende-se também melhorar a interpretação e a análise crítica de resultados e da literatura científica, estimular os hábitos de pesquisa e a autoaprendizagem.
Deste modo, a interligação e complementaridade entre as componentes desta unidade curricular proporcionam um balanço ajustado entre os princípios teóricos e a sua aplicação mais prática permitindo o desenvolvimento integrado de aptidões e competências na área da epidemiologia. A abordagem dos temas articulando momentos de intervenção estruturada por parte dos docentes com períodos de apreciação coletiva em torno das questões em estudo e, de trabalho individual, pretende acentuar o facto de o desenvolvimento de aptidões e competências ser um processo holístico e contínuo de aprendizagem com um forte contributo de empenho e reflexão pessoal.

Bibliografia:

1. Gordis L. Epidemiology. 6 th ed., Elsevier Saunders, 2018. ISBN: 9780323552295.
2. Greenberg RS et al. Medical Epidemiology: Population Health and effective health care, 5th ed., McGraw Hill, 2015.
3. International Epidemiological Association. A Dictionary of Epidemiology. Porta M (Editor). 6th ed., Oxford University Press. 2014. ISBN-13: 978-0199976737.
4. Friedman, GD. Primer of Epidemiology, 5th ed. McGraw-Hill, 2004.
5. Beaglehole, R; Bonita, R; Kjellström, T. Basic Epidemiology, 2nd ed., WHO, 2006.
6. Hernández-Aguado, I; Gil, MA; Delgado-Rodriguez, M; Bolumar-Montrull, F. Manual de Epidemiologia y Salud Publica para Licenciaturas y Diplomaturas en Ciencia de la Salud, 2ª ed., Editorial Médica Panamericana, 2011.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Compreender o papel das variáveis psicológicas e sociais na determinação do comportamento alimentar;
OA2. Aprofundar o conhecimento acerca das perturbações da alimentação e da ingestão;
OA3. Aprofundar o conhecimento acerca das caraterísticas psicológicas que contribuem para o desenvolvimento e/ou manutenção do excesso de peso;
OA4. Desenvolver competências de comunicação e de aconselhamento na prática clínica segundo os princípios da Entrevista Motivacional.

Conteúdos programáticos:

CP1. Relação entre psicologia, saúde e nutrição. Estilo alimentar. Desafios colocados pela mudança de hábitos alimentares.
CP2. Anorexia e Bulimia Nervosas: classificação (DSM-5), apresentação clínica, epidemiologia e comorbilidade; teorias etiológicas; fatores predisponentes, fatores precipitantes e fatores manutensores. Outras perturbações da alimentação e da ingestão.
CP3. Excesso de peso e obesidade: classificação; teoria etiológicas; fatores predisponentes, fatores precipitantes e fatores manutensores. Adesão ao tratamento.
CP4. Comunicação centrada no cliente: comportamentos verbais e não verbais na comunicação eficaz em nutrição. Entrevista motivacional: objetivos e caraterização geral. Competências de intervenção na mudança de atitudes e de comportamentos: estratégias para lidar com a resistência; estratégias para reforçar a auto-eficácia. A utilização da matriz de decisão.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1. Relação entre psicologia, saúde e nutrição.
Visa atingir OA1
CP2. Anorexia e Bulimia Nervosas
Visa atingir OA2
CP3. Excesso de peso e obesidade
Visa atingir OA3
CP4. Comunicação centrada no cliente
Visa atingir OA4

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Utilização da plataforma (Canvas) para partilha de materiais (textos de apoio e artigos científicos). M2 – Atividades de pesquisa autónoma e apresentação de trabalhos em aulas participadas pelos alunos. M3 – Treino de competências em situação de role-play.
Avaliação é contínua, consistindo em 3 tarefas a serem realizadas ao longo do semestre (outubro, novembro e dezembro), sistematizadas num relatório final com a ponderação de 50%, e numa prova escrita de aferição de conhecimentos (frequência), com a ponderação de 50% da nota final. A percentagem mínima de frequência nas aulas é a estabelecida no Regulamento Pedagógico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

São adotadas metodologias expositivas (Aulas Teóricas) e ativas/participativas (Aulas Teórico-Práticas). O OA1 é inicialmente alvo de exposição teórica e posteriormente é explorado de forma ativa pelos alunos a partir de artigos científicos focados em diferentes variáveis. Os OA2 e OA3 são apresentados teoricamente, sendo depois analisados e debatidos casos clínicos. O OA4 é inicialmente exposto de forma descritiva, tendo depois os alunos a oportunidade de treinar os conhecimentos teóricos em situações de role-play que decorrem em sala de espelho unidirecional.

Bibliografia:

American Psychiatric Association (2014). Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (5ª Ed.). Climepsi Editores.
American Psychiatric Association (2006). Directrizes para o tratamento de transtornos psiquiátricos. Artmed.
Carmo, I. (2001). Doenças do comportamento alimentar. ISPA.
Miller, W.R., & Rollnick, S. (2018). Entrevista Motivacional: preparando as pessoas para a mudança (3ª Ed.). Climepsi Editores.
Ogden J. (2000). Psicologia da saúde. Climepsi Editores.
Ogden, J. (2003). The psychology of eating: From healthy to disordered behavior. Blackwell Publishing
Rollnick, S., Miller, W., & Butler, C. (2008). Entrevista Motivacional no Cuidado da Saúde: Ajudando Pacientes a Mudar o Comportamento. Artmed.
Viana, T.C., & Leal, I. (Eds.) (2013). Sintomas Alimentares, Cultura, Corpo e Obesidade: Questões clínicas e de avaliação. Placebo Editora.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Reconhecer a importância da segurança e qualidade alimentar.
OA2. Analisar a legislação aplicável aos géneros alimentícios e sua higiene.
OA3. Identificar os princípios essenciais de higiene e segurança alimentar aplicáveis ao longo da cadeia alimentar.
OA4. Identificar as condições e circunstâncias que condicionam a higiene e segurança dos alimentos, bem como a sua qualidade.
OA5. Descrever os princípios e etapas de implementação do sistema de segurança alimentar HACCP-análise de perigos e controlo de pontos críticos numa empresa do setor alimentar.
OA6. Avaliar os perigos potencialmente presentes nos alimentos e respetivas medidas de controlo.
OA7. Explicar os conceitos de garantia de qualidade e gestão da qualidade.
OA8. Identificar os principais referenciais normativos utilizados na gestão da segurança alimentar e os requisitos para a sua implementação.
OA9. Compreender o processo de certificação de um referencial normativo e os princípios e etapas de uma auditoria.

Conteúdos programáticos:

CP1. Introdução à Qualidade e Segurança Alimentar: enquadramento, conceitos e importância.
CP2. Princípios e normas gerais da legislação alimentar.
CP3. Higiene: conceitos, legislação. Códigos de boas práticas de higiene e segurança alimentar. Higiene das instalações, equipamentos e utensílios em estabelecimentos alimentares. Higiene pessoal.
CP4. Segurança e qualidade na cadeia alimentar: produção, transformação, conservação, armazenagem, parâmetros de qualidade, indicadores de qualidade e defeitos no produto final.
CP5. Sistema de segurança alimentar HACCP. Programa de pré-requisitos, etapas de implementação, controlo e monitorização.
CP6. Controlo oficial das regras de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios. Fraude alimentar.
CP7. Sistema Português da Qualidade. Vetores de qualidade. Controlo e garantia de qualidade.
CP8. Sistemas de gestão da segurança alimentar. Referenciais normativos de segurança alimentar. Processo de certificação. Auditorias.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir OA1.
CP2 visa atingir OA2.
CP3 visa atingir OA2 e OA3.
CP4 Visa atingir OA3 e OA4.
CP5 visa atingir OA5 e OA6.
CP6 visa atingir OA2, OA4 e OA5.
CP7 visa atingir OA7.
CP8 visa atingir OA8 e OA9.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - Exposição oral dos conteúdos programáticos com base na evidência científica atual.
M2 - Disponibilização do material didático na plataforma de e-learning da UFP.
M3 - Realização de visitas de estudo a empresas do setor alimentar.
M4 - Presença de convidados externos com experiência profissional relevante na área da qualidade e segurança alimentar.
M5 - Resolução de exercícios práticos sobre conteúdos abordados nas sessões teóricas.
M6 - Incentivo à participação ativa dos alunos durante as aulas.
M7 - Orientação tutorial do projeto de grupo a desenvolver ao longo do semestre.
Avaliação
Componente teórica (75%): 2 provas de avaliação escritas (37,5% + 37,5%).
Componente prática (25%): projeto de grupo.
Para aprovação da unidade curricular o aluno deverá obter uma nota média mínima ponderada de 9,5 valores (em 20) em cada um dos componentes.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As metodologias de ensino foram definidas com o objetivo de permitir uma transmissão de conhecimento mais fluente, promovendo a envolvência dos alunos e a discussão oral e, com isto, uma aprendizagem mais assertiva e fomentando as suas capacidades crítica e de comunicação.
As aulas teóricas permitem o aprofundamento do conhecimento com participação activa do aluno.
As aulas práticas permitem a aquisição e desenvolvimento de capacidades e competências práticas na área da qualidade e segurança alimentar. Estas aulas incluem pesquisa e análise de documentos legislativos e referenciais normativos, discussão de artigos científicos relevantes com o objetivo de desenvolver a capacidade crítica, bem como a reflexão e discussão de temas propostos no âmbito da disciplina.
O método de avaliação contínua estimula o contacto permanente do aluno com os conteúdos da unidade curricular, permitindo ao docente uma mais rigorosa avaliação da aquisição dos objetivos definidos.

Bibliografia:

1. Codex Alimentarius Commission, Joint FAO/WHO Fool Standard Programme. Food Hygiene – Basic Texts. FAO/WHO, 2003. ISBN 978-92-5-105913-5.
2. Codex Alimentarius Commission, Joint FAO/WHO Fool Standard Programme. General Principles of Food Hygiene, CXC 1-1969-Rev-2020.
3. Monteiro, V. Higiene, Segurança, Conservação e Congelação de Alimentos. Lidel. 2010. ISBN: 978-972-757-690-6.
4. Forsythe, S. J. Microbiologia da segurança alimentar Artmed. 2002. ISBN 85-7307-988-6.
5. Legislação Portuguesa respeitante aos Géneros Alimentícios.
6. Legislação Comunitária referente aos Géneros Alimentícios; Jornal Oficial das Comunidades Europeias.
7. Referenciais Normativos (Normas ISO, BRC, IFS)

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

- Capacidade de compreensão e integração dos conhecimentos adquiridos;
- Aplicação dos conhecimentos adquiridos para melhor compreensão da realidade política europeia e nacional;
- Capacidade de análise crítica no âmbito dos assuntos europeus e nacionais;
- Capacidade de comunicação interpessoal e intergrupal.

Conteúdos programáticos:

Europa no pós-guerra. Fase da Cooperação. Fase da Integração. A Declaração de Schuman e a criação das Comunidades Europeias. Fases da integração económica. Alargamentos das Comunidades. Espaço Económico Europeu. Revisões dos Tratados com o Acto Único Europeu, Tratado da União Europeia, Tratado de Amesterdão, Nice e Lisboa. Instituições Comunitárias e processo de decisão. Fontes de Direito Comunitário e integração no Direito nacional. Constituição Portuguesa

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Unidade I – Com a apresentação do processo de integração europeia pretende-se motivar os alunos para o conhecimento dos fenómenos políticos contemporâneos, bem como promover a leitura crítica fundamentada sobre o processo de integração.
Unidade II - A apresentação dos modelos das instituições políticas nacionais e europeias visa a compreensão por parte dos alunos dos modelos institucionais nacional e comunitário e da articulação entre os dois, bem como promover uma leitura crítica da integração económica europeia, na dimensão institucional.
Unidade III– Com a apresentação do modelo de tomada de decisão na União Europeia e de breves considerações sobre direito comunitário pretende-se fomentar a compreensão dos mecanismos decisórios da UE e o fornecimento da informação básica sobre direito comunitário.
Unidade IV – A apresentação de uma súmula sobre políticas comunitárias visa sensibilizar os alunos para a importância prática das políticas através de exemplos em áreas fundamentais.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

2 testes (50% cada)

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Unidade I- Exposição teórica de conteúdos caracterizadores da área de actuação; Apresentação e manuseamento do manual de apoio; Debates em grupo; Integrar conceitos, teorias e conhecimentos da área científica; Desenvolver competências de interação em sala de aula
Unidades II, III - Exposição teórica de conteúdos para caracterização de cada temática; Revelar capacidade de comunicação oral e escrita dos conteúdos; Selecionar métodos de gestão de informação; Integrar conceitos, teorias e conhecimentos da área.

Bibliografia:

CARDOSO, Carla Pinto, RAMOS, Cláudia, LEITE, Isabel Costa, CARDOSO, João Casqueira, VILA MAIOR, Paulo (2017), A União Europeia: Historia, Instituições e Políticas, 5ª Edição. Porto, Edições Universidade Fernando Pessoa.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Avaliar hipóteses específicas relacionadas à alimentação, nutrição e estados de saúde e doença, nas populações.
OA2. Conhecer conceitos relacionados à epidemiologia nutricional e saber optar entre diferentes desenhos de estudo e diferentes métodos epidemiológicos.
OA3. Adquirir aptidões para analisar dados.
OA4. Interpretar e avaliar criticamente as publicações de pesquisa em epidemiologia nutricional.
OA5. Conhecer a frequência, etilogia e consequências de doenças relacionadas com a alimentação. Conhecer o perfil de risco de indivíduos e identificar o interesse da prevenção.

Conteúdos programáticos:

CP1 - Medição da ingestão alimentar em epidemiologia nutricional considerando diferentes desenhos de estudo.
CP2 - A medição da ingestão alimentar através de biomarcadores. As implicações da ingestão energética total na análise epidemiológica.
CP3 - Validade, reprodutibilidade e fiabilidade dos métodos de avaliação da ingestão alimentar. Erros e viéses.
CP4 - Medidas de associação. Critérios de Bradford-Hill.
CP5 - Desenho e condução de um estudo. Questões éticas em epidemiologia nutricional.
CP6 - Provas de diagnóstico. Sensibilidade, especificidade e valor preditivo. Rastreio.
CP7 - Avaliação da ingestão alimentar na gravidez e na infância. Recomendações alimentares e nutricionais.
CP8 - Abordagem de temas relacionados à epidemiologia nutricional, no contexto de alimentação, nutrição, saúde e doença.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir OA1, OA2
CP2 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4 e OA5
CP3 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP4 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP5 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP6 visa atingir OA1, OA2, OA3, OA4
CP7 visa atingir OA1 e OA5
CP8 visa atingir OA1 e OA5

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 - As sessões são teóricas baseadas no método expositivo oral (recurso a datashow), com inclusão de exemplos práticos e realização de trabalhos de grupo em aula, sempre que aplicável.
M2 - Cada sessão é complementada com a leitura, análise de artigos e relatórios científicos relevantes para suportar o conhecimento e as ideias discutidas bem como realização de exercícios.
M3 - Disponibilização na plataforma e-learning dos conteúdos e referências bibliográficas relativas a cada sessão.
M4 - Reflexões e exercícios individuais e em grupo semanalmente sobre os principais temas discutidos em aula.
Avaliação: Os conhecimentos serão avaliados de forma contínua e periódica, através das seguintes modalidades: a componente teórica é avaliada através de 2 frequências com duração de 2 horas (60%); a componente prática é avaliada através de 2 frequências (30%) e realização de 1 trabalho de grupo (10%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Para atingir os objetivos de aprendizagem de forma integrada, a exposição teórica (M1) é combinada com o exercício individual (M2, M3 e M4) e em grupo (M2 e M4). Adicionalmente às horas de contacto previstas no período letivo, o processo de aprendizagem pode ser orientado pelo docente presencialmente ou utilizando as ferramentas de comunicação digital institucionais.

Bibliografia:

- Willett W. Nutritional epidemiology. Oxford Scholarship Online. 2013. ISBN-13: 9780199754038.
- International Epidemiological Association. A Dictionary of Epidemiology. Porta M (Editor). 6th ed., Oxford University Press. 2014. ISBN-13: 978-0199976737.
- Gordis L. Epidemiology. 6 th ed., Elsevier Saunders. 2018. ISBN: 9780323552295.
Artigo científicio:
- Williams LT. Advances in assessing dietary intake: Lessons from technology and nutritional epidemiology. Nutr Diet. 2021; 78(2):117-120. doi: 10.1111/1747-0080.12669

Objetivos de aprendizagem:

O1 - Adquirir os fundamentos de farmacologia que possibilitam a compreensão do mecanismo de ação dos fármacos, desde o nível de um alvo molecular específico até ao nível do paciente.
O2 - Compreender os mecanismos que regem a ação dos fármacos mais relevantes na clínica e as ações dos constituintes presentes nos alimentos que podem alterar o curso dos mecanismos fisiológicos, patológicos ou homeostáticos do organismo.
O3 - Identificar as interações fármaco-alimento com relevo, ou seja, compreender a influência da terapêutica farmacológica no estado nutricional e, de igual forma, a influência dos nutrientes no ciclo geral de ação dos fármacos.
O4 - Transferir e adaptar os conhecimentos de farmacologia à prática das Ciências da Nutrição, contribuindo para o tratamento mais eficaz dos doentes.
O5 - Adquirir competência na pesquisa de informação nas fontes específicas sobre medicamentos.

Conteúdos programáticos:

CP1. Princípios gerais de Farmacologia. Fármacos e ações farmacológicas. Ciclo geral dos fármacos no organismo (farmacocinética e farmacodinamia).
CP 2 Farmacologia Clínica
CP 2.1 Farmacologia do Sistema Nervoso Central
CP 2.2 Farmacologia do Sistema Nervoso Autónomo
CP 2.3 Farmacologia do etanol
CP 2.4 Farmacologia do tratamento da obesidade
CP 2.5 Farmacologia do aparelho gastrintestinal
CP 2.6 Farmacologia do aparelho cardiovascular
CP 2.7 Fármacos modificadores do metabolismo glucídico, proteico e lipídico
CP3. Farmacologia e Nutrição. Interação alimento-fármaco. Constituintes farmacologicamente ativos presentes na dieta.
CP4. Fontes de informação de medicamentos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1. Princípios gerais de Farmacologia. Fármacos e ações farmacológicas. Ciclo geral dos fármacos no organismo (farmacocinética e farmacodinamia). Visa atingir os objetivos O1.
CP 2 Farmacologia Clínica. Visa atingir os objetivos O2 e O4.
CP3. Farmacologia e Nutrição. Interação alimento-fármaco. Constituintes farmacologicamente ativos presentes na dieta. Visa atingir os objetivos O3 e O4
CP4. Fontes de informação de medicamentos. Visa atingir os objetivos O5.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Os conceitos de farmacologia serão debatidos nas aulas teóricas e irão incidir sobre os grupos terapêuticos de maior relevância através da exposição dos mecanismos de ação, dos efeitos adversos e das interações farmacológicas e recorrendo a imagens e esquemas que mostram estes efeitos. O material didático será disponibilizado na plataforma de e-learning.
M2. Participação ativa do aluno no processo de ensino-aprendizagem através da apresentação e discussão de casos práticos relacionados com os fármacos e as suas interações farmacológicas com relevo na clínica, sob orientação do docente.
M3. Utilização das principais fontes de informação de fármaco. Os alunos serão orientados na procura de informação para posteriormente desenvolverem e apresentarem oralmente um trabalho de pesquisa bibliográfica realizado em grupo.
A aquisição de conhecimentos é verificada através da realização de duas provas escritas (90%) e de um trabalho de pesquisa bibliográfica (10%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

M1. Os conceitos de farmacologia serão debatidos nas aulas teóricas e irão incidir sobre os grupos terapêuticos de maior relevância através da exposição dos mecanismos de ação, dos efeitos adversos e das interações farmacológicas e recorrendo a imagens e esquemas que mostram estes efeitos. O material didático será disponibilizado na plataforma de e-learning: O1 a O3.
M2. Participação ativa do aluno no processo de ensino-aprendizagem através da apresentação e discussão de casos práticos relacionados com os fármacos e as suas interações farmacológicas com relevo na clínica, sob orientação do docente: O1 a 4.
M3. Utilização das principais fontes de informação de fármaco. Os alunos serão orientados na procura de informação para posteriormente desenvolverem e apresentarem oralmente um trabalho de pesquisa bibliográfica realizado em grupo: O5.

Bibliografia:

1. Handbook of Drug–Nutrient Interactions, JI Boullata, VT Armenti (eds), 2nd edition, New Jersey, Human Press, 2010. ISBN 978-1-60327-362-6.
2. Goodman & Gilman´s The Pharmacological Basis of Therapeutics, L Brunton, B Knollmann e R Hilal-Dandan (Eds), 13th edition, McGraw-Hill, 2018. ISBN: 9781259584732.
3. Rang and Dale's pharmacology, J Ritter, R Flower, G Henderson, Y Loke, D MacEwan e H Rang. (Eds), 9th edition, Churchill Livingstone Elsevier, 2019. ISBN: 9780702074486.
4. Basic & Clinical Pharmacology, B Katzung (Ed), 14th edition, McGraw-Hill, 2018. ISBN: 9781259641152.
5. Terapêutica Medicamentosa e suas Bases Farmacológicas (Manual de Farmacologia e Farmacoterapia), S Guimarães, D Moura e P Soares da Silva (Eds), 6ª edição, Porto Editora, 2014. ISBN: 9789720017949.

Objetivos de aprendizagem:

De acordo com os descritores de Dublin e as competências A a H do perfil de competências do nutricionista (Ordem dos Nutricionistas, 2016), pretende-se que o aluno seja capaz de:
- compreender a base biológica e nutricional do desporto;
- avaliar as necessidades nutricionais específicas de cada atleta e de acordo com as exigências competitivas;
- compreender a importância da hidratação e para o uso adequado de suplementos ergogénicos.
- elaborar um planeamento alimentar, de acordo com o calendário competitivo dos atletas, em função de modalidades individuais e colectivas.

Conteúdos programáticos:

1. Particularidades biológicas e nutricionais dos atletas
1.1. Fisiologia e bioquímica do exercício físico
1.2. Necessidades nutricionais durante a prática desportiva
1.3. Situação actual e perspectivas futuras
1.4. Nova concepção da alimentação adaptada aos diferentes desportos
2. Cuidados alimentares/nutricionais nos diferentes tipos de desporto durante:
2.1. o período de treino
2.2. a época competitiva e pré-competitiva
2.3. o período de recuperação
2.4. Hidratação
2.5. Uso de suplementos no desporto
3. Alimentação em desportistas com problemas patológicos
3.1. Desempenho desportivo e o efeito das viagens no ritmo circadiano do atleta
3.2. O sono e o exercício físico
3.3. Tríade da mulher atleta (incluindo desordens alimentares, irregularidades menstruais e osteoporose precoce)

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos propostos vão de encontro com as actuais necessidades de formação curricular dos alunos deste Ciclo, nomeadamente no que concerne à aprendizagem dos conceitos mais recentes de Nutrição no Desporto, quer nos desportos individuais, quer nos desportos colectivos.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Avaliação contínua (pontualidade, interesse, participação e trabalho nas aulas, 10%), avaliação escrita (70%), e pela realização de um trabalho em grupo e respectiva apresentação oral do trabalho escrito (20%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Na unidade “Particularidades biológicas e nutricionais dos atletas” , o aluno deverá ser capaz de identificar as necessidades individuais dos atletas, de acordo com o desporto que praticam e com o seu sexo, colocando em prática conceitos aprofundados de fisiologia e bioquímica dos alimentos. E deverá ser ainda capaz de analisar e interpretar casos práticos tratados na aula.
Na unidade “Cuidados alimentares/nutricionais, nos diferentes tipos de desporto”, o aluno deverá ser capaz de distinguir as exigências da alimentação pré, intra e pós-competitiva; ser capaz de identificar claramente as vantagens da hidratação nos atletas e o uso de suplementos em atletas. E ainda argumentar oralmente, os cuidados nutricionais a ter com o calendário competitivo dos atletas.
Na unidade “Alimentação em desportistas com problemas patológicos”, o aluno deverá ser capaz de integrar os conceitos aplicados nas unidades lectivas anteriores e relacioná-los com eventuais quadros patológicos típicos da prática desportiva, considerando o efeito das viagens no ritmo circadiano do atleta, o papel do sono no exercício físico e ainda, a tríade da mulher atleta (incluindo desordens alimentares, irregularidades menstruais e osteoporose precoce) no desempenho desportivo. Deverá ainda discutir sobre situações práticas, mostrando conhecimento aprofundado sobre os conteúdos da unidade e interligá-los com soluções práticas.

Bibliografia:

- Silva, Maria-Raquel G. 2015. Alimentação na Ginástica: de Pais para Filhos. Lisboa: Federação de Ginástica de Portugal/ Instituto Português do Desporto e da Juventude I.P. ISBN: 978-989-8650-53-5.
- Silva, Maria-Raquel G.; Paiva, Teresa. 2015. Sono, Nutrição, Ritmo Circadiano, Jet Lag e Desempenho Desportivo. Lisboa: Federação de Ginástica de Portugal/ Instituto Português do Desporto e da Juventude I.P. ISBN: 978-989-8650-54-2.
- Silva M-RG, Paiva T. 2015. Low energy availability and low body fat of female gymnasts before an international competition, European Journal of Sport Science;15: 591-9. DOI:10.1080/17461391.2014.969323.
- Silva M-RG, Paiva T. 2015. Poor precompetitive sleep habits, nutrients' deficiencies, inappropriate body composition and athletic performance in elite gymna

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Compreender os processos patológicos específicos relativos aos diferentes sistemas de órgãos, envolvendo a etiologia e a patogénese.
OA2. Compreender as alterações morfológicas provocadas pelas diferentes patologias, bem como os distúrbios funcionais e o significado clínico.
OA3. Conhecer as recomendações para a terapêutica dietética e cuidados nutricionais para cada uma das patologias estudadas.
OA4. Aplicar o esquema terapêutico e de intervenção nutricional adequado a cada uma das patologias estudadas.
OA5. Analisar informação.
OA6. Trabalhar com espírito crítico e na resolução de problemas.

Conteúdos programáticos:

CP1. VIH-SIDA: fisiopatologia, tratamento médico e intervenção nutricional.
CP2. Doenças do aparelho respiratório: fisiopatologia, terapêutica dietética.
CP3. Fibrose quística: fisiopatologia e terapêutica dietética.
CP4. Hiperuricemia e gota: cuidados nutricionais e terapêutica farmacológica.
CP5. Doenças do sangue: fisiopatologia e intervenção nutricional.
CP6. Doenças oncológicas: fisiopatologia e intervenção nutricional.
CP7. Doenças neurológicas: fisiopatologia e terapêutica dietética.
CP8. Doenças reumatológicas: fisiopatologia, terapêutica nutricional anti-inflamatória.
CP9. Osteoporose: classificação, fatores de risco e cuidados nutricionais.
CP10. Doenças renais: fisiopatologia, intervenção nutricional.
CP11. Transplante: terapêutica farmacológica e cuidados nutricionais.
CP12. Nutrição personalizada: nutrigenética e nutrigenómica; impacto na terapêutica nutricional.
CP13. Resolução de casos clínicos.
CP14. Temas controversos.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos nº1 a nº12 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº1 a nº6.
O conteúdo programático nº13 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº4, nº5 e nº6.
O conteúdo programático nº14 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº5 e nº6.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Método expositivo (aulas teóricas) – destinadas a organizar de forma hierárquica as noções respeitantes a cada tema.
M2. Aulas teórico-práticas - exposição, análise e discussão dos conteúdos programáticos.
M2. Método demonstrativo e interrogativo (aulas práticas) – destinadas a consolidar os conhecimentos já adquiridos, através de uma participação ativa do aluno na discussão de casos clínicos, na resolução de exercícios práticos ou na apresentação e discussão de artigos científicos.
M3. O material didático das aulas é disponibilizado na plataforma de e-learning.
Avaliação
A componente teórica e teórico-prática (T e TP) têm a ponderação de 60% e a componente prática (PL) tem a ponderação de 40%.
Para a avaliação da componente T e TP serão realizados 2 testes escritos (30% cada); para avaliação da componente PL será realizado um teste escrito (25%), 1 trabalho de grupo (10%) e 1 relatório de observação das consultas de Nutrição na Clínica Pedagógica UFP (5%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Todos os objetivos da unidade curricular serão avaliados através de avaliação contínua.
A metodologia de ensino de aulas teóricas e aulas teórico-práticas permitirá ao estudante adquirir os conhecimentos e competências subjacentes aos objetivos de aprendizagem nº1 a nº6.
Os momentos de discussão do trabalho desenvolvido permitirão responder aos objetivos de aprendizagem nº4 e nº5, nº6.

Bibliografia:

1. Mahan ,K.L. & Raymond, J.L. (2017). Krause's food & nutrition therapy: 14th ed. Philadelphia, Pa.; Edinburgh: Elsevier Saunders. ISBN: 9780323340755.
2. Fauci, A. S. (2009). Harrison's principles of internal medicine: 17th ed. New York: McGraw-Hill Medical. ISBN: 9780071466332.
3. Kumar, V., Abbas, A. K., & Aster, J. C. (2015). Robbins and Cotran pathologic basis of disease: 9th edition. Philadelphia, PA: Elsevier/Saunders. ISBN: 9780808924500.
4. Ross, A. C., Caballero, B. H., Cousins, R. J., Tucker, K. L. & Ziegler, T. R. (2012). Modern nutrition in health and disease: 11th ed. Wolters Kluwer Health Adis. ISBN: 9781605474618.
Obs.: sempre que o docente considere pertinente serão discutidos artigos científicos ou outros manuais relevantes para o programa, constituíndo bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

Esta Unidade Curricular (UC) pretende dotar os alunos de informações técnicas complementares nos domínios da indústria alimentar, nutrição e técnicas de conservação dos alimentos. São abordadas diferentes operações unitárias, nomeadamente no planeamento do equipamento de processamento alimentar, controlo das condições do processo industrial que interferem nas características reológicas, organoléticas e nutricionais. Citam-se processos de conservação e/ou produção alimentar por: aplicação ou remoção de calor; remoção de água; embalagem e atmosfera modificada/ controlada. Numa lógica de integração e de articulação dos diversos saberes, serão facultados vídeos elucidativos sobre os diferentes processos industriais aplicados a diferentes matrizes alimentares (matéria-prima ao produto final).

Conteúdos programáticos:

1. Introdução. 2. Cinéticas de degradação/alteração de características físicas, químicas e microbiológicas nos alimentos. 3. Processos térmicos e não térmicos. 3.1. Processamento industrial por aplicação de calor (Branqueamento, Pasteurização, Esterilização, Remoção de água, Secagem, Fritura, Assadura). 3.2. Processos por remoção de calor (Refrigeração,Congelação, Ultra-congelação, Liofilização). 3.3. Processos não térmicos (Salga, Fumagem, Aditivos e Fermentação) 3.4. Efeitos das operações unitárias nos alimentos: Aspetos microbiológicos. Aspetos nutricionais. Aspetos sensoriais (abordados em simultâneo nos itens 3.1., 3.2. e 3.3.). 3.5. Embalagem e atmosfera modificada/ controlada. 4. Etapas do processamento dos vários grupos de alimentos. Nota: o ponto 4 será lecionado em simultâneo com o ponto 3 (exemplificando diversos processamentos industriais). A componente prática inclui trabalhos práticos laboratoriais inseridos no âmbito do programa teórico.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos abordam as técnicas unitárias de processamento alimentar. Insere-se no âmbito dos principais objetivos de aprendizagem do discente, de forma a que este desenvolva autonomia e capacidade crítica no conhecimento de todos os alimentos. O estudante deve ser capaz de identificar as principais consequências dos vários métodos de processamento alimentar nas características sensoriais, nutricionais e composição química dos alimentos.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Aulas teóricas explicativas, presenciais e/ou à distância, recorrendo a suporte digital, slides expositivos, bibliografia e artigos científicos relevantes na área onde se insere a UC. Aulas práticas laboratorias, presenciais e/ou à distância, cujos trabalhos práticos fundamentam os conteúdos programáticos teóricos.
AVALIAÇÃO:
Componente Teórica (60% - 3 ECTS): 2 testes escritos teóricos em sistema de ensino à distância (24% + 36%). Componente Prática-Laboratorial (40% - 2 ECTS): dois trabalhos escritos (individual:20% + grupo:20%). Este regime de avaliação integra-se num regime de ensino misto: presencial e à distância.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As metodologias de ensino são de carácter teórico (presencial e/ou à distância) com aulas em suporte digital, fundamentadas por uma bibliografia exaustiva e específica. Nessas aulas os alunos adquirem todos os conhecimentos necessários integrados no âmbito da disciplina, promovendo maior aptidão no campo da engenharia alimentar.
A componente prática é do tipo laboratorial e teórico-prático onde os trabalhos realizados (em laboratório ou expositivos) estão relacionados com a componente teórica. Nesta componente, pretende-se que os discentes adquiram conhecimentos sobre manuseamento em laboratório, técnicas analíticas validadas para análise dos alimentos, espírito crítico e independência científica.

Bibliografia:

[1] Fellows P.; Food processing technology. ISBN: 978-1-85573-533-0
[2] Ranken M.D. 340; Food industries manual. ISBN: 0-7514-0404-7
[3] Figueiredo, P.; Indústrias Agro-Alimentares. Lisboa. 2001
[4] Heldman Dennis R.; Principles of food processing. ISBN: 0-8342-1269-2

Objetivos de aprendizagem:

São objectivos da unidade curricular de toxicologia alimentar, a aquisição de conhecimentos sobre os fundamentos de toxicologia alimentar. Em concordância com o “Referencial para a formação académica do nutricionista” da Ordem dos Nutricionistas os principais objectivos são:
O1- Conhecer os fundamentos gerais de toxicologia e a sua importância no âmbito alimentar;
O2- Adquirir conhecimento sobre a toxicocinética de xenobióticos;
O3- Conhecer os mecanismos gerais de acção dos tóxicos e métodos de avaliação dos efeitos de xenobióticos;
O4- Conhecer os principais tóxicos alimentares, descrever os seus efeitos e mecanismos de toxicidade;
O5- Conhecer a avaliação do risco e o conceito de dose diária admissível;
O6- Aquisição de conhecimentos para a implementação e realização de técnicas laboratoriais analíticas de pesquisa e quantificação de xenobióticos;
O7- Ter capacidade de trabalho autónomo na pesquisa de informação usando fontes de informação em toxicologia.

Conteúdos programáticos:

CP1: Noções gerais de Toxicologia.
CP2: Toxicocinética a ADME de xenobióticos.
CP3: Relação dose-resposta e avaliação da toxicidade.
CP4: Mecanismos gerais de toxicidade e efeitos dos tóxicos.
CP5: Tóxicos alimentares: mecanismos de acção e efeitos tóxicos.
CP6: Avaliação do risco e o conceito de dose diária admissível.
CP7: Aspectos regulamentares e legislação sobre tóxicos alimentares.
CP8: Pesquisa e detecção de tóxicos presentes nos alimentos.
CP9: Pesquisa laboratorial da toxicidade recorrendo ao modelo animal ratinho.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos da unidade curricular de Toxicologia Alimentar proporcionam aos estudantes de Ciências da Nutrição a aquisição de competências científicas, técnicas e interpessoais que permitam desenvolver intervenções do Nutricionista na área da toxicologia alimentar.
Os conteúdos de toxicologia alimentar com o estudo dos diversos grupos tóxicos alimentares (conteúdos programáticos CP1 a CP7) permitem atingir os objectivos O1, O2, O3, O4, O5 e O7. A realização de protocolos laboratoriais analíticos e experimentação animal com ratinhos acção (conteúdos programáticos CP8 e CP9), permitem ao aluno atingir os objectivos O2, O3, O4, O6 e O7, despertando o aluno para o espírito crítico para a experimentação laboratorial.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Metodologia de ensino
M1: Exposição e debate dos conceitos teóricos relevantes em sala de aula.
M2: Orientação do estudo autónomo dos alunos por consulta da bibliografia recomendada e na resolução de exercícios propostos.
M3: Execução de protocolos laboratoriais recorrendo a metodologias analíticas correntes.
M4: Discussão de problemas.
M5: Utilização da plataforma de e-learning para armazenar e disponibilizar material didático ao aluno.
Avaliação
Avaliação consiste na realização de dois testes escritos na componente teórica (60% na nota final) e de dois testes escritos e desempenho do aluno na componente laboratorial (40% na nota final). Caso a média das duas provas escritas de uma dada componente seja inferior a 9,5 o aluno estará automaticamente reprovado a essa componente seja ela teórica ou laboratorial.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A constante interacção entre o docente e o aluno nas aulas de exposição permitirá a adequação do aluno aos objectivos propostos. Os protocolos laboratoriais e demais discussões sobre casos práticos sobre tóxicos presentes nos alimentos providenciam a consolidação de conhecimentos e capacitam o aluno para a solução de problemas relacionados com a área da toxicologia. Para além disso a utilização de um conjunto de materiais de estudo criado propositadamente, assim como as sessões de apoio para esclarecimento de dúvidas, permitem um elevado nível de ajustamento entre as metodologias utilizadas e os objetivos da unidade curricular.
M1: Exposição e debate dos conceitos teóricos relevantes em sala de aula – Visa atingir O1 a O5.
M2: Orientação do estudo autónomo dos alunos por consulta da bibliografia recomendada e na resolução de exercícios propostos – Visa atingir O7.
M3: Execução de protocolos laboratoriais recorrendo a metodologias analíticas correntes – Visa atingir O6 e O7.
M4: Discussão de problemas – Visa atingir todos os objectivos.
M5: Utilização da plataforma de e-learning para armazenar e disponibilizar material didático ao aluno – Visa atingir todos os objectivos.

Bibliografia:

1. Principles of biochemical toxicology. John A. Timbrell; 4th edition, Informa, 2009
2. Casarett & Doull's Toxicology: The Basic Science of Poisons. Curtis Klaassen, 9th Edition, McGraw-Hill, 2018
3. Introduction to Food Toxicology. Takayuki Shibamoto, Leonard F. Bjeldanes, 2nd edition, Academic Press, 2009
4. Toxicologia Forense, Félix Carvalho, Maria Lourdes Bastos, Ricardo Dinis (Eds.), 1ª edição, PACTOR - Grupo LIDEL, 2015.
5. Clarke's Analysis of Drugs and Poisons. Moffat, Anthony C (ED) 4th edition, The Pharmaceutical Press, 2011.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos de aprendizagem:

Pretende-se que o aluno adquira conhecimentos transversais e multidisciplinares sobre este setor de atividade, incluindo a sua caracterização e enquadramento legal; que reconheça as diferentes tipologias de serviço e de atividade, fazendo a sua relação com a segmentação do mercado; que desenvolva noções aprofundadas sobre os diferentes processos de gestão da atividade, bem como capacidade de análise mediante casos práticos e espírito crítico sobre os diversos operadores, consumidores e o mercado; que o aluno desenvolva capacidades de utilização das diferentes ferramentas adequadas à gestão deste setor de atividade; que se percecione como nutricionista e técnico de saúde no sector da alimentação coletiva e hotelaria.

Conteúdos programáticos:

- Fundamentos, caraterização do sector e enquadramento legal
- Tipologias de serviço do setor
- Tipologias de actividade do setor
- Segmentação do mercado
- Processos de realização do produto
- Parceiros do setor de atividade
- Processos de gestão da atividade: compra, recursos humanos, comercial
- Processos de gestão da atividade: realização do produto
- Processos de gestão da atividade: inovação, avaliação e melhoria contínua
- O nutricionista como técnico de saúde no sector de atividade
- Fichas técnicas e gestão de planos de ementas
- Procedimentos concursais e especificações técnicas
- Gestão de custos de uma unidade.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos enquadram os desafios do foodservice a um nível global e integrado, explicitando os conceitos, as técnicas e as metodologias enquanto parte integrantes dos processos de actividade essenciais num operador em alimentação colectiva. Paralelamente e em articulação progressiva com os conceitos, os alunos são desafiados a desenvolver planos de intervenção de saúde pela alimentação em contextos menos imediatos e habituais, bem como a conhecer e manipular técnicas de gestão de planos alimentares em contexto de alimentação coletiva.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Exposição dos conteúdos, resolução individual de problemas (com apoio em contexto de aula), desenvolvimento em grupo de planeamento e gestão de ementas em cenário pré-determinado (com apoio em contexto de aula); avaliação baseada na assiduidade, realização das actividades teórico-práticas e exame final teórico.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A componente expositiva pretende clarificar e interpretar as directrizes existentes numa área técnica multidisciplinar por excelência, e que por outro lado apresenta uma diversidade considerável nos conceitos e definições e sua evolução. Por outro lado, devido à diversidade de conceitos e de interligação de subtemáticas, a conceção, estudo crítico e desenvolvimento de metodologias de intervenção neste contexto necessita de uma base de trabalho prático gradual e concreto que replique na medida do possível os principais obstáculos passíveis de advir em contexto profissional, e que fomente a procura tutoriada de conhecimento complementar durante o semestre.

Bibliografia:

Foodservice organizations . Spears Marian C . ISBN: 0-13-895236-1;
Gestão Hoteleira - Equipamentos e Manutenção . Carlos E. O. Nunes . Editor: Cetop, 2005 . ISBN: 9789726415411;
Textos de apoio distribuídos ao longo do semestre. Legislação do sector.

Objetivos de aprendizagem:

O1. Reconhecer a importância da biotecnologia na produção de alimentos.
O2. Descrever o papel dos microrganismos na produção de alimentos e ingredientes alimentares.
O3. Descrever a importância da utilização de enzimas no processamento alimentar.
O4. Compreender as principais técnicas de manipulação genética em microrganismos e plantas.
O5. Reconhecer o impacto da utilização das tecnologias microbiana, enzimática e genética no valor nutricional dos alimentos.
O6. Discutir a importância dos alimentos funcionais.
O7. Interpretar a legislação associada às alegações nutricionais e de saúde e aos novos alimentos no mercado.
O8. Compreender o processo de desenvolvimento de novos produtos e implicações da inovação para a modificação do ambiente alimentar.
O9. Compreender a importância do marketing no desenvolvimento de novos alimentos e implicações nas preferências alimentares dos consumidores.
O10. Reconhecer a importância da biotecnologia para a segurança alimentar e sustentabilidade.

Conteúdos programáticos:

CP1. Introdução à biotecnologia alimentar e desenvolvimento de novos produtos.
CP2. Crescimento e metabolismo microbiano. Principais vias fermentativas.
CP3. Papel dos microrganismos na produção de alimentos. Bases da tecnologia da fermentação. Culturas de arranque. Biossíntese de compostos com interesse industrial.
CP4. Alimentos fermentados: iogurte, leite fermentado, queijo, vinho, cerveja e pão.
CP5. Utilização de enzimas na produção de alimentos: aplicações, vantagens, tecnologia.
CP6. Aplicações da tecnologia genética na produção de alimentos. Legislação
CP7. Alimentos funcionais: conceito, relevância para o consumidor. Probióticos
CP8. Alegações nutricionais e de saúde sobre os alimentos e entrada de novos alimentos no mercado
CP9. Inovação e desenvolvimento de novos produtos. Introdução ao design thinking
CP10. Marketing alimentar: conceitos e ferramentas. Implicações do Marketing no consumo alimentar
CP11. Papel da Biotecnologia na segurança alimentar e sustentabilidade

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1 visa atingir O1.
CP2 visa atingir O2 e O5.
CP3 visa atingir O2 e O5.
CP4 visa atingir O1, O2, O3 e O5.
CP5 visa atingir O1, O3 e O5.
CP6 visa atingir O1, O4 e O5
CP7 visa atingir O6.
CP8 visa atingir O7.
CP9 visa atingir O8.
CP10 visa atingir O9.
CP11 visa atingir O10.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1 – Exposição oral dos conteúdos programáticos com base na evidência científica atual.
M2 - Disponibilização do material didático na plataforma de e-learning da UFP.
M3 – Realização de visitas de estudo a unidades industriais em que se utilizem processos biotecnológicos.
M4 – Seminários com especialistas convidados.
M5 – Orientação tutorial do trabalho de grupo.
Avaliação
A avaliação da componente teórica (100%) engloba 2 provas de avaliação escritas (35 % cada) e um projeto de grupo (30%).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Para atingir todos os objetivos de aprendizagem de forma integrada a exposição teórica (M1) é combinada com o estudo individual (M2) e o trabalho de grupo (M5). M3 contribui para os O2, O3 e O5. M4 contribui para os O2, O5 e O8.

Bibliografia:

Lee. BH. Fundamentals of Food Biotechnology. John Wiley & Sons, Ltd. 2014. ISBN:9781118384954.
Adams, M.R. & Moss, M.O. Food Microbiology. 2nd edition. The Royal Society of Chemistry, 2000. ISBN: 978-0-85404-611-9.
Fonseca, M.M. & Teixeira J.A. Reactores biológicos: fundamentos e aplicações. Lidel. 2007. ISBN 978-972-757-366-0.
Glick, B.R. & Patten, C.L. Molecular Biotechnology: Principles and Applications of Recombinant DNA. 5th Edition. Wiley. ISBN: 978-1-555-81936-1.
Regulamento (CE) 1924/2006 de 20 de dezembro 2006.
Regulamento (CE) 432/2012 de 16 de maio 2012.
FAO (2006). Food Product Innovation: A background paper. Rome
WHO (2010) Set of recommendations on the marketing of foods and non-alcoholic beverages to children. Geneve, Switzerland
Smith, R. et al. (2019) “Food Marketing Influences Children’s Attitudes, Preferences and Consumption: A Systematic Critical Review,” Nutrients. doi: 10.3390/nu11040875.
Carol Beanland. Introduction to Marketing. University of Leeds.

Objetivos de aprendizagem:

OA1. Conhecer as funções e as competências do nutricionista na área clínica.
OA2. Conhecer os princípios da alimentação e nutrição hospitalar.
OA3. Conhecer a função e a organização do manual de dietas.
OA4. Integrar e aplicar o conceito de avaliação do estado nutricional e todos os parâmetros envolvidos.
OA5. Aplicar ferramentas de rastreio e ferramentas de diagnóstico da desnutrição.
OA6. Identificar alterações do estado nutricional no doente hospitalizado.
OA7. Conhecer os diferentes tipos de suporte nutricional: nutrição entérica e nutrição parentérica.
OA8. Saber selecionar a tipo de suporte nutricional a instituir.
OA9. Saber instituir suporte nutricional.
OA10. Analisar informação.
OA11. Trabalhar com espírito crítico na resolução de problemas.
OA12. Trabalhar em equipa.

Conteúdos programáticos:

CP1. Introdução à nutrição hospitalar: modelo de gestão hospitalar
CP1.1. Funções de um serviço de nutrição e alimentação
CP1.2. Alimentação coletiva em meio hospitalar
CP1.3. Nutrição clínica
CP1.4. O nutricionista clínico numa equipa multidisciplinar
CP2. Alimentação em ambiente hospitalar
CP2.1. Classificação das dietas hospitalares
CP2.2. Modelo de manual de dietas
CP3. Rastreio e diagnóstico da desnutrição e outras alterações do estado nutricional.
CP4. Instituição de suporte nutricional: nutrição entérica e nutrição parentérica - critérios e seleção
CP5. Plano de cuidados nutricionais: nutrição entética e nutrição parentérica
CP6. Cálculo das necessidades energéticas e proteicas
CP7. Monitorização clínica e analítica
CP8. Suporte nutricional em diferentes patologias: recomendações
CP9. Apresentação de normas de orientação clínica
CP10. Resolução e discussão de casos clínicos

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos nº1 (1.1, 1.2, 1.3, 1.4).e nº2 (2.1, 2.2) visam atingir os objetivos de aprendizagem nº1, nº2 e nº3, nº10 e nº11.
O conteúdo programático nº 3 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº4, nº5, nº6, nº10 e nº11.
Os conteúdos programáticos nº 4 e nº5 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº7 e nº8, nº10 e nº11.
Os conteúdos programáticos nº6, nº7, nº8 e nº9 visam atingir os objetivos de aprendizagem nº8, nº9, nº10 e nº11.
O conteúdo programático nº9 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº8, nº9, nº10, nº11, nº12.
O conteúdo progrmático nº10 visa atingir os objetivos de aprendizagem nº8, nº9, nº10 e nº11.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. Método expositivo (aulas teóricas) – destinadas a organizar de forma hierárquica as noções respeitantes a cada tema e a fomentar um espírito crítico em nutrição clínica.
M2. Método demonstrativo e interrogativo (aulas práticas) – destinadas a consolidar os conhecimentos já adquiridos, através de uma participação ativa do aluno na discussão e apresentação de casos clínicos, na resolução de exercícios práticos ou na discussão de artigos científicos.
M3. O material didático das aulas é disponibilizado na plataforma de e-learning.
Avaliação
- Ponderação das componentes teórica e prática de 60% e 40%, respetivamente.
- Dois testes da componente teórica (30% cada), um teste da componente prática (30%) e um trabalho de grupo (10%).
- A classificação final da teórica e da prática terão que ser superiores a 9,4. A aprovação na unidade curricular é obtida com uma classificação final superior a 9,4.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Todos os objetivos da unidade curricular serão avaliados através de avaliação contínua.
A metodologia de ensino de aulas teóricas permitirá ao estudante adquirir os conhecimentos e competências subjacentes aos objetivos de aprendizagem nº1 a nº11.
Os momentos de discussão do trabalho desenvolvido individualmente ou em grupo desenvolvidos nas aulas práticas permitirão responder aos objetivos de aprendizagem nº7, nº8, nº9 e nº10, nº11 e nº12.

Bibliografia:

1. Fauci, A. S. (2009). Harrison's principles of internal medicine: 17th ed. New York: McGraw-Hill Medical. ISBN: 9780071466332.
2. Kumar, V., Abbas, A. K., & Aster, J. C. (2015). Robbins and Cotran pathologic basis of disease: 9th edition. Philadelphia, PA: Elsevier/Saunders. ISBN: 9780808924500.
3. Mahan ,K.L. & Raymond, J.L. (2017). Krause's food & nutrition therapy: 14th ed. Philadelphia, Pa.; Edinburgh: Elsevier Saunders. ISBN: 9780323340755.
4. Ross, A. C., Caballero, B. H., Cousins, R. J., Tucker, K. L., & Ziegler, T. R. (2012). Modern nutrition in health and disease: 11th ed. Wolters Kluwer Health Adis. ISBN: 9781605474618.
5. Guidelines: ASPEN e ESPEN.
Obs.: sempre que o docente considere pertinente serão discutidos artigos científicos relevantes para o programa, constituindo bibliografia aconselhada.

Objetivos de aprendizagem:

Conferir aos alunos a capacidade de:
OA1. Identificar tendências de gestão em Saúde;
OA2. Descrever dinâmicas de políticas de saúde;
OA3. Distinguir entre problemas no âmbito da Macroeconomia e da Microeconomia;
OA4. Perceber a utilidade da utilização do modelo da procura e da oferta de mercado;
OA5. Aferir da utilidade/aplicabilidade dos conceitos e modelos da Economia na Saúde;
OA6. Ser capaz de fazer análise comparada dos sistemas de saúde;
OA7. Compreender os modelos alternativos de reforma de saúde;
OA8. Analisar criticamente a gestão das organizações de saúde.

Conteúdos programáticos:

CP1. O Estudo do setor da saúde: Tendências internacionais
CP2. Modelos de Gestão em Saúde: os vários níveis de prestação dos cuidados de saúde
CP3. Procura, Oferta e Equilíbrio de mercado da saúde
CP4. Aplicabilidade e utilidade dos conceitos e modelos da Economia na Saúde
CP5. O Estado de Welfare e a generalização do direito à saúde: o Serviço Nacional de Saúde

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

CP1. e CP2. >>>
- identificar tendências
- perceber a forma de tomar decisões em gestão em saúde,
- distinguir entre problemas no âmbito da Macroeconomia e da Microeconomia,
- distinguir entre a análise positiva e a análise normativa,
CP3. >>> perceber a utilidade da utilização do modelo da procura e da oferta de mercado.
CP4. >>> perceber a utilidade/aplicabilidade dos conceitos e modelos da Economia na Saúde.
CP5. >>> Ser capaz de fazer análise comparada dos sistemas de saúde.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

M1. A exposição dos conteúdos teóricos é feita com recurso a exemplos de forma a melhor perceber as aplicações práticas dos conceitos. Estes recursos são todos disponibilizados aos estudantes.
M2. A avaliação é contínua com a realização de 2 testes:
- o 1.º teste incide na avaliação dos CP1, e CP2 (com um peso de 50%);
- o 2.º teste incide na avaliação dos CP3, CP4, e CP5 (com um peso de 50%).
A não realização de um momento de avaliação resulta numa classificação de 0 valores. O aluno ficará aprovado à unidade curricular se a classificação final for igual ou superior a 9,5 valores, caso contrário, será remetido para a época de exame de final de semestre.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A combinação de uma metodologia expositiva com recurso a pequenos exemplos de aplicação resultam numa melhor compreensão dos conceitos e ajudam os alunos a alcançarem os objetivos propostos para a Unidade Curricular (UC).

Bibliografia:

International Journal of Healthcare Management: https://www.tandfonline.com/toc/yjhm20/current
Mankiw, N.G. (2014). Introdução à Economia. Tradução da 6ª edição Norte-americana. Cengage Learning.
Morais, L. (2012). Liderança e estratégia – Casos de inovação nas organizações de saúde. Lisboa: Escolar Editora.
Porter, M. e Lee, T. (2013). The Big Idea: The Strategy That Will Fix Health Care, Harvard Business Review.
Shortell, S. e Kaluzny, A. (2000). Health care management: organization design and behaviour, 4th. Columbia: Delmar.
Cordeiro, Silvério. (2010). Estruturas Organizacionais Emergentes de Parcerias Público-Privadas. Lisboa: Universidade Lusíada Editora.
Barros, P. (2013). Economia da Saúde: Conceitos e Comportamentos. 3ª Edição. Coimbra: Edições Almedina.

Objetivos de aprendizagem:

Nesta unidade currical pretende-se fomentar, de forma contínua e sustentada, o alcance dos seguintes objectivos e competências:
Compreender a elaboração de políticas nutricionais/alimentares tendo em atenção condições económicas, sociais, agrícolas, ambientais, e de saúde.
Analisar os fundamentos teóricos que estão na base da construção de uma política nutricional/alimentar.
Contribuir para o planeamento, implementação, gestão e avaliação de políticas nutricionais/alimentares ao nível regional, nacional e internacional.
Desenvolver propostas de intervenção nutricional contextualizadas com as prioridades políticas nutricionais/alimentares atuais.

Conteúdos programáticos:

Política nutricional e alimentar: Uma integração de atores, estruturas e instrumentos
O conceito de política alimentar e sua evolução histórica, objetivos e implicações no sistema alimentar, ambiente e economia
Processo de formulação de políticas de alimentação e nutrição (planeamento, implementação e avaliação da eficácia e efetividade); A evidência científica na tomada de decisão política
Agendas políticas alimentares internacionais: ONU, FAO, OMS, UE
Políticas internacionais e os novos objetivos de desenvolvimento sustentável
Pacto de Milão: políticas alimentares para alimentação urbana saudavel e sustentável
Plano de Ação Europeu para Políticas de Alimentação e Nutrição. Implicações e Orientações para Portugal
Programas de Alimentação e Nutrição em Portugal. Da estratégia nacional a programas regionais

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Com o intuito de alcançar os objectivos de aprendizagem enunciados, dos quais de destaca a capacidade para compreender o contexto da elaboração de políticas nutricionais/alimentares, os conteúdos programáticos focam e discutem as principais políticas nutricionais/alimentares na Europa e no Mundo, a sua elaboração, implementação e interligação com os vários sectores: económico, agrícola, ambiental e de saúde, o que permitirá aos alunos ter uma visão global e abrangente das Políticas nutricionais/alimentares e uma atuação hipotética futura concertada em saúde pública e desenvolvimento sustentável.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

As sessões são teóricas baseadas no método expositivo oral (recurso a datashow), com inclusão de exemplos práticos e realização de trabalhos de grupo em aula, sempre que aplicável.
Os conhecimentos serão avaliados de forma contínua e periódica, através das seguintes modalidades:
Três momentos de avaliação, com as seguintes ponderações:
- 2 frequências (40%+40%) com duração de 2 horas
- 1 trabalho escrito em grupo e apresentação oral (20%)
As frequências serão compostas por perguntas de escolha múltipla e de desenvolvimento curto. A realização do trabalho de grupo será acompanhado pelo docente.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

A metodologia de ensino conjuga o método expositivo oral, essencial para a aquisição de conhecimentos base estruturantes sobre o contexto de desenvolvimento das políticas nutricionais/alimentares, e o trabalho prático de grupo, essencial para colocar em prática estes conhecimentos e fomentar a discussão política.

Bibliografia:

Gregório MJ, Cavalcanti D, Vasconcelos IAL, Padrão P. Políticas de Alimentação e Nutrição: Brasil e Portugal. Alimentação Humana 2010; 16(1): 3-14.
Graça P, Gregório MJ. Proposta para a Política Nacional de Alimentação e Nutrição. DGS 2011.
World Health Organization. WHO European Action Plan for Food and Nutrition Policy 2015-2020. WHO 2008. Disponível em: http://www.euro.who.int/en/publications/abstracts/european-food-and-nutrition-action-plan-20152020-2014 Food and Nutrition Policy and Plans of Action: Report of the WHO-FAO Intercountry Workshop Hyderabad, India, 17–21 December 2007; Disponível em: http://apps.searo.who.int/PDS_DOCS/B3124.pdf; Lang T, Barling D and Caraher M. Food Policy Integrating health, environment and society. Oxford University Press, 2009

Objetivos de aprendizagem:

Promover a familiarização com formas de trabalho académico; apresentar e discutir as várias fases e metodologias da investigação científica; promover a facilidade de apresentação de resultados de investigação científica, quer aos pares quer em termos de divulgação; promover a capacidade de reconhecimento e utilização de vários graus de cientificidade do texto escrito; fornecer e treinar regras de composição formal do texto científico; analisar as características dialécticas do binómio método/pesquisa.

Conteúdos programáticos:

O processo de investigação como uma actividade estruturada e metodológica regida por regras e processos reconhecidos internacionalmente.
Breve abordagem aos conceitos básicos de investigação, nomeadamente aos processos de aquisição de conhecimento científico através da investigação.
A planificação de um processo de investigação, desde a escolha do tema até à selecção da informação e sua recolha.
As formas de representação da informação, e os processos de tratamento estatístico.
O registo e a divulgação dos resultados da investigação, e a especificidade dos seus conteúdos, formas e linguagens.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Os conteúdos programáticos visam a obtenção dos objectivos pretendidos.
Todos os objectivos pretendidos têm um conteúdo correspondente nos conteúdos programáticos.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

A unidade curricular compreende:
- aulas teóricas, onde o aluno deverá aprender técnicas e métodos de Investigação em Saúde.
- aulas teórico-práticas, onde o aluno deverá demonstrar o domínio dos conteúdos teóricos na aplicação prática da elaboração e realização prática de um projecto em Ciências da Nutrição e Alimentação, passando pelo tratamento e análise dos dados e consequente discussão em sala de aula. No início de cada aula será apresentado o objectivo dessa aula e os alunos deverão cumprir a respectiva execução prática. Os alunos passarão pelas diferentes fases de um projecto de investigação, de forma individual ou a partir de situações de trabalho em grupo.
A avaliação será distribuída ao longo da unidade curricular, de acordo com as tarefas semanais requeridas aos alunos e resultará da participação dos alunos nas aulas, ensaios e na colheita e análise dos dados resultantes da execução prática do projecto.

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Nas aulas teóricas, o aluno deverá aprender técnicas e métodos de Investigação em Saúde.
Nas aulas teórico-práticas, o aluno deverá demonstrar o domínio dos conteúdos teóricos na aplicação prática da elaboração e realização prática de um projecto em Ciências da Nutrição e Alimentação, passando pelo tratamento e análise dos dados e consequente discussão em sala de aula. No início de cada aula será apresentado o objectivo dessa aula e os alunos deverão cumprir a respectiva execução prática. Os alunos deverão conseguir passar pelas diferentes fases de um projecto de investigação, de forma individual ou a partir de situações de trabalho em grupo.

Bibliografia:

- Day, RA & Gastel, B (2006) How to Write and Publish a Scientific Paper. 6ª edição. Cambridge. Cambridge University Press.
- International Committee of Medical Journal Editors (2013) Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals: Writing and Editing for Biomedical Publication. Disponível em http://www.icmje.org/icmje-recommendations.pdf

Objetivos de aprendizagem:

- Capacitar os alunos na escolha de tipos de trabalhos científicos;
- Transmitir conhecimentos relativos à pesquisa bibliográfica, referenciação bibliográfica e estruturação de trabalhos científicos;
- Dotar os alunos de competências para a realização do trabalho final de curso.
- Dotar os alunos de competências para a publicação do trabalho final de curso em revista científica.

Conteúdos programáticos:

- Apresentação de temáticas das ciências da nutrição;
- Acompanhamento dos alunos na escolha e definição dos seus trabalhos;
- Abordagem aos conceitos básicos de investigação;
- Planificação do processo de investigação: escolha do tipo de trabalho científico (investigação original ou revisão), selecção da informação e sua recolha (que inclui a definição dos métodos necessários);
- Formas de apresentação dos resultados: informatização, organização de bases de dados e procedimentos de tratamento estatístico.

Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

Estando esta unidade curricular centrada na elaboração do trabalho final de curso, os objectivos e os respectivos conteúdos visam dotar os estudantes das ferramentas necessárias à aquisição dos diferentes conceitos implícitos à investigação científica.

Metodologias de ensino (avaliação incluída):

Atividades “hands-on” e intenso trabalho de pesquisa, escrita, análise estatística e discussão. Os conteúdos programáticos serão alvo de avaliação final (trabalho final apresentado como tese de licenciatura).

Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos de aprendizagem da unidade curricular:

As aulas são de cariz de seminário com duração de 90 minutos. Alternadamente com a forma de seminário, serão trabalhadas situações práticas de forma individual.

Bibliografia:

http://www.icmje.org/icmje-recommendations.pdf

UNIDADES CURRICULARES ECTS